O que acontece com o corpo depois de 30 dias sem refrigerante
Nutricionista revela detalhes do que acontece com o corpo ao passar 30 dias sem consumir refrigerantes
atualizado
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Eliminar refrigerantes da rotina pode gerar impactos positivos significativos na saúde e bem-estar. Esses produtos, ricos em açúcares e aditivos, prejudicam metabolismo, dentes e coração. No Brasil, o consumo de refrigerantes é alto, contribuindo para obesidade, diabetes e problemas cardíacos.
O nutricionista Matheus Maestralle destaca que o consumo regular de refrigerantes pode causar picos glicêmicos, fome, acúmulo de gordura e aumento do desejo por doces.
“Os aditivos, adoçantes (no caso do zero) e a acidez prejudicam o intestino e os dentes e a cafeína pode chegar a atrapalhar o sono e aumentar a ansiedade”, explica.
“O mix açúcar e cafeína ativa muito o sistema de recompensa e aumenta desejo por doces e carboidratos rápidos. Além disso, a acidez e o açúcar também favorecem a erosão dos esmaltes dentários”, acrescenta.
Por isso, segundo o profissional, depois de 30 dias sem, o paladar fica mais sensível, você passa a preferir menos doce, diminui a sua compulsão por açúcar, diminui o estufamento, melhora a digestão e deixa o metabolismo mais estável, melhorando também a hidratação.
Matheus ainda destaca outro ponto positivo: o emagrecimento. “Porque reduz as calorias invisíveis, gera menos picos de insulina, melhorando o controle glicêmico e ajudando a reduzir o desejo por doce.”

Melhores alternativas para a substituição?
Para alternar entre os melhores alimentos, o nutricionista sugere: água com gás e limão, águas saborizadas naturais, chás gelados sem açúcar, kombucha e água tônica zero. “Hoje em dia existem também opções de refrigerantes feitos de uma forma mais natural e orgânica que podem ajudar a matar essa vontade.”
“Uma pausa de 30 dias já é o suficiente pro corpo mudar: metabolismo, paladar, energia e até retenção e mesmo os zeros não são inofensivos porque o efeito dos aditivos, adoçante aspartame e edulcorantes sobre a microbiota é prejudicial”, emenda o nutricionista.














