Médica revela 5 hábitos comuns que podem estar prejudicando seus rins
De pouca água ao uso equivocado de remédios, atitudes comuns podem afetar seus rins sem aviso. Entenda os riscos e como se proteger
atualizado
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Você se sente bem, não sente dor, está tudo certo — mas seus rins podem estar em risco. “A doença renal é silenciosa. Quando os sintomas aparecem, geralmente já houve uma perda importante da função renal“, alerta a médica nefrologista Lygia Bueno de Souza Louzada.
Com mais de oito anos de experiência, ela aponta cinco hábitos do dia a dia que parecem inofensivos, mas podem comprometer — e muito — a saúde dos seus rins.
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Hábitos comuns que afetam silenciosamente seus rins
- Beber pouca água: “A baixa ingestão de água está diretamente ligada à formação de cálculos renais e infecções urinárias”, explica. Segundo a médica, o ideal é consumir pelo menos 2 litros por dia. Mais do que hidratar, a água ajuda os rins a filtrarem toxinas do organismo.
- Levar uma vida sedentária: sim, o sofá também pesa para os rins. “A saúde renal depende de uma boa circulação. Atividade física regular ajuda a controlar a pressão arterial, melhora a oxigenação e protege os rins”, diz a nefrologista, que atua na Inefro-DF e no Hospital Sírio-Libanês.
- Comer mal (muito sal, ultraprocessados e açúcar): sabe aquele pacote de biscoito, o refrigerante e a comida congelada? Tudo isso, em excesso, aumenta a pressão e a glicose no sangue — dois fatores que sobrecarregam os rins. “Com o tempo, esse tipo de alimentação compromete o funcionamento renal de forma séria”, alerta.
- Usar anti-inflamatório sem controle: o consumo indiscriminado desse tipo de medicamento pode ser prejudicial. “Os anti-inflamatórios interferem diretamente na circulação renal e podem acelerar a perda da função dos rins, algo que muitas vezes seria evitável com orientação médica”.
- Pular o check-up anual: não sentir nada não significa que está tudo bem. “A doença renal costuma ser silenciosa. Por isso, realizar exames periódicos e avaliar a função renal é essencial. Quando o paciente apresenta sintomas, muitas vezes a perda funcional já é significativa”, ressalta.

O corpo fala. Os rins, nem sempre
O recado da médica é claro: “A prevenção ainda é o melhor caminho. Pequenas mudanças de hábito hoje podem evitar consequências sérias lá na frente.” E reforça: não espere por sinais visíveis para cuidar da sua saúde renal. A melhor hora para agir é agora.














