Luz, sombra e vida: a força sensorial dos relevos de Sergio Camargo

Sergio Camargo criou relevos em madeira pintada de branco que exploram luz e tridimensionalidade, criando experiências sensoriais únicas

atualizado

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Sergio Camargo
1 de 1 Sergio Camargo - Foto: Divulgação

Entre os trabalhos mais reconhecidos de Sergio Camargo estão os relevos abstratos em madeira, que transformam pequenos blocos em experiências visuais complexas. Combinando forma, luz e sombra, essas obras transitam entre pintura e escultura e revelam a precisão do artista na abstração.

Transparência – Projeto É Pau, É Pedra – Sergio Camargo

A pesquisa de Camargo sobre a forma encontra expressão máxima nos relevos abstratos em madeira pintada de branco. Pequenos blocos cortados e organizados em diferentes direções criam intensos efeitos de luz e sombra, transformando materiais simples em experiências sensoriais sofisticadas.

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A mostra fica em cartaz até 13 de março
Obra de Sergio Camargo
Obra exposta
Camargo permanece como um criador singular dentro da arte construtiva no Brasil
Itens expostos na mostra É Pau, É Pedra
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Itens expostos na mostra É Pau, É Pedra

Gustavo Lucena/Metrópoles
A mostra fica em cartaz até 13 de março
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A mostra fica em cartaz até 13 de março

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Obra de Sergio Camargo

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Camargo permanece como um criador singular dentro da arte construtiva no Brasil
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Camargo permanece como um criador singular dentro da arte construtiva no Brasil

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Segundo a professora Maria de Fátima Morethy Couto, o impacto das obras não está na cor, e sim na disposição das peças.

“Não é pela cor, mas pelas direções em que esses toquinhos de madeira são cortados e juntados”, explica. A interação da luz com os volumes cria sombras que se modificam conforme o ponto de vista do observador.

Pensados para serem expostos na parede, os relevos transitam entre pintura e escultura. “Eles são para serem expostos como uma pintura, mas têm uma tridimensionalidade muito forte”, afirma a professora.

Essa ambiguidade reforça o caráter experimental do trabalho e amplia a experiência do público.

Os relevos foram decisivos para a projeção internacional de Camargo. Amplamente exibidos e vendidos em galerias europeias, despertaram a atenção da crítica e de colecionadores. Para Maria de Fátima, sintetizam o núcleo do pensamento do artista: “É um trabalho que pensa a forma em si, não a forma representando algo para além dela”. Uma investigação rigorosa que mantém sua força e atualidade ao longo do tempo.

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Foyer da Sala Villa-Lobos no Teatro Nacional
Sergio Camargo ganha exposição inédita no DF
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Sergio Camargo
Sergio Camargo
A visitação vai até 13 de março
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A visitação vai até 13 de março

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Sergio Camargo ganha exposição inédita no DF
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Exposição É Pau, É Pedra…

A exposição É Pau, É Pedra… do escultor Sergio Camargo, segue em cartaz até 13 de março, no Foyer do Teatro Nacional Claudio Santoro. Promovida pelo Metrópoles, a mostra conta com cerca de 200 obras separadas em núcleos — um convite para o público compreender a coerência e a amplitude da pesquisa do artista.

O projeto reafirma o compromisso do Metrópoles com a difusão e valorização da cultura brasileira em suas múltiplas expressões. Ao ocupar um espaço de alta relevância simbólica e arquitetônica, a mostra amplia o diálogo entre arte contemporânea, memória cultural e vida urbana, consolidando o veículo como um agente ativo na promoção de experiências culturais na capital federal.

Serviço

Exposição É Pau, é Pedra…, de Sergio Camargo, realizada pelo Metrópoles

Visitação de 10 de dezembro a 13 de março, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional

De quarta-feira a segunda-feira, das 12h às 20h (terça-feira fechado para manutenção do Teatro)

 

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