Criança não come nada: frescura ou rejeição do organismo? Entenda

Saiba como identificar quando a recusa alimentar de uma criança é um sinal de alerta biológico e como a genética explica a seletividade

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Foto mostra Menino (7-9 anos) olhando por cima de uma lupa durante o jantar.Criança comendo vegetais dieta vegetariana, vegana
1 de 1 Foto mostra Menino (7-9 anos) olhando por cima de uma lupa durante o jantar.Criança comendo vegetais dieta vegetariana, vegana - Foto: Heide Benser/Getty Images

Ver o prato cheio voltar para a cozinha intocado é uma das maiores frustrações de pais e cuidadores. A frase “ele não come nada” costuma vir acompanhada de um julgamento social rápido: é birra, falta de limites ou “frescura”. Porém, muitas vezes, a criança não come porque seu organismo identificou aquele alimento como uma ameaça.

No entanto, reduzir a rejeição alimentar a um problema puramente comportamental é uma leitura perigosa e simplificada. A medicina contemporânea aponta para um dado central: o corpo humano, especialmente na infância, possui mecanismos de defesa que funcionam antes mesmo da consciência racional.

O corpo fala antes da criança

A ideia de que a criança recusa alimentos apenas para testar limites ignora a biologia. O organismo infantil é altamente sensível e reage a estímulos que, para os adultos, podem passar despercebidos.

Segundo Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues, pós-PhD em Neurociências e especialista em Genômica, essa recusa pode funcionar como um marcador biológico.

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