Com licença-paternidade, Harry quebra mais uma tradição da realeza

A filha caçula do príncipe e Meghan Markle nasceu na última sexta-feira (4/6), e veio ao mundo quebrando protocolos da família real

atualizado 08/06/2021 16:05

Príncipe HarryKate Green/Anadolu Agency/Getty Images

Após a chegada da pequena Lilibet Diana na última sexta-feira (4/6), o príncipe Harry decidiu romper mais uma tradição da realeza e participar ativamente dos cuidados com a filha recém-nascida. Para isso, ele tirará cinco meses de licença-paternidade da Archwell, fundação que dirige com Meghan Markle.

Em uma nota de rodapé no comunicado do nascimento da caçula, o casal anunciou discretamente sua intenção de tirar um período de licença conjunta após o nascimento de Lili, apelido da bebê. “Enquanto o duque e a duquesa estão de licença parental, Archewell continuará a fazer um trabalho importante e a publicar histórias no site”.

A atitude é considerada uma novidade na família real. O irmão dele, príncipe William, tirou cerca de três semanas de férias quando os dois filhos mais velhos, George e Charlotte, nasceram, e apenas dois dias para seu terceiro filho, Louis.

“Estamos acostumados a ver membros da realeza voltando ao trabalho mais cedo, mas Harry e Meghan estão liderando pelo exemplo. Eles oferecem até 20 semanas de licença parental na Archewell. Vão ficar vários meses sem trabalhar”, disse o biógrafo de Meghan e Harry, Omid Scobie, em entrevista ao Good Morning America.

No Reino Unido, lar da família real, a legislação estabelece que o pai pode tirar até duas semanas de licença parental remunerada e também pode compartilhar até 37 semanas de licença legal entre ele e a mãe — recebendo o equivalente a mais de R$ 1 mil por semana, ou 90% de seu salário semanal médio, o que for menor.

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Para o comentarista real Richard Fitzwilliams, o período mais longo que a tradição na realeza para acompanhar o crescimento da caçula Lilibet foi um benefício do Megxit — termo criado para designar o desligamento do casal de Sussex das obrigações de membros sênior da realeza britânica.

“Não sendo mais membros da realeza, eles são livres para fazer o que quiserem, quando quiserem. Esse é um benefício de sair da instituição”, afirmou ao The Sun.

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