Cansaço persistente: quando o problema é hormonal e não apenas burnout

Avaliação clínica é essencial diante de sintomas inespecíficos como cansaço, fadiga, alterações de humor e distúrbios do sono

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Foto colorida de mulher escorada na cama e com a mão na cabeça - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de mulher escorada na cama e com a mão na cabeça - Metrópoles - Foto: Getty Images

A queixa de cansaço persistente tem se tornado cada vez mais frequente nos consultórios médicos. Em paralelo, o diagnóstico de burnout passou a ser frequentemente associado a quadros de exaustão física e mental. No entanto, nem todos os casos têm origem ocupacional ou psicológica, o que acende um alerta importante para o risco de subdiagnóstico de alterações hormonais, especialmente em mulheres.

“A fadiga é um sintoma transversal, que exige um olhar clínico ampliado. Nem toda paciente exausta está em burnout. Na prática, muitas já chegam com esse diagnóstico, mas apresentam sinais consistentes de desregulação hormonal quando avaliadas de forma mais criteriosa”, afirma a ginecologista e obstetra  Daniella Campos, diretora médica da Clínica Elsimar Coutinho, em São Paulo.

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