Não se apavore! Entenda o eletrosmog e saiba como evitá-lo

As ondas eletromagnéticas das comunicações sem fio (Wi-Fi, GPS etc) afetam a regeneração celular e podem causar envelhecimento precoce

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atualizado 14/09/2019 11:44

Todo aficionado por beleza sabe que a palavra de ordem para ter uma pele radiante é prevenção. É por isso que os amantes de skincare não economizam no protetor solar (aliado no bloqueio dos raios UV e da luz azul) e em cremes faciais (excelentes para retardar o surgimento de linhas de expressão). Se você é do time que realmente curte cuidar da cútis, no entanto, vale adicionar outra(s) medida(s) preventiva(s) na rotina, desta vez voltada(s) ao combate do eletrosmog – termo desconhecido por muitos, mas perigoso à saúde da derme.

“A nossa pele sofre agressões diariamente. Entre elas, está a ‘sujeira’ proveniente das ondas eletromagnéticas das comunicações sem fio (Wi-Fi, GPS etc). Esse tipo de impureza recebe o nome de eletrosmog, junção de eletrônico e smog, termo em inglês para poluição”, esclarece Letícia Mazeto, farmacêutica cosmetologista da Tave Pharma.

Flacidez, rugas e porosidade são os efeitos a longo prazo. “A exposição às ondas eletrônicas libera metais tóxicos e radicais livres, diretamente ligados ao envelhecimento precoce da pele”, alerta Simone Veloso, mestre em dermatologia da Universidade de São Paulo.

Apesar de não ter como fugir do elotrosmog (ele está presente em quase todos os lugares), existem ativos capazes de prevenir seus danos. “É importante utilizar produtos com ação antioxidante (vitamina C e E, resveratrol e ácido ferúlico), fortalecer a barreira cutânea com o uso de agentes nutritivos (ácido hialurônico e ômegas 3, 6, e 9) e aderir aos dermocosméticos ricos em pré e probióticos, ‘bactérias do bem’ que equilibram a microflora da pele”, indica a médica.

Há também aparelhos específicos para diminuir a poluição em casa. O da marca alemã Vivobase, por exemplo, custa € 349, cerca de R$ 1.600, e promete agir contra o eletrosmog e a radiação de eletrônicos – sem prejudicar a funcionalidade dos adorados smartphones e notebooks. O gadget tem resultados respaldados pela ciência e ostenta um raio de alcance de 30 metros. A alternativa é uma boa opção, mas deve ser potencializada com os cuidados de skincare – só por precaução.

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