Casa Brasiliense: apê na capital une decoração afetiva com funcionalidade

Na série realizada pelo Metrópoles, o casal à frente do blog Coma lá em casa abriu as portas de casa e mostrou detalhes do próprio lar

atualizado 23/12/2020 15:59

Arte/Metrópoles

Eclético e cheio de personalidade, o apartamento de Mariana Escosteguy e Esdras Nogueira transmite a sensação instantânea de aconchego. É um verdadeiro lar, com todos os sentidos que a palavra envolve. Na série Casa Brasiliense, publicada pelo Metrópoles a partir deste domingo (6/12), os nomes à frente do blog Coma lá em casa abriu as portas de casa e mostrou detalhes e particularidades da residência. Além dos dois, a série vai contar a história de outras três lares do Distrito Federal ao longo do mês de dezembro.

A residência do casal reproduz o há de melhor em suas histórias. “É muito a nossa cara, com elementos nossos espalhados por cada canto”, salienta Mariana. Além de serem responsáveis pelo conteúdo do blog gastronômico, os dois acumulam outras vivências profissionais.

Esdras é saxofonista solo e também toca nas bandas Remobília, Senhor Gonzales Serenata Orquestra e Consuelo. Mariana, por sua vez, é tradutora, intérprete e produtora, além de trabalhar junto com o companheiro na produção do trabalho musical.

Esdras e Mariana moram no apê há seis anos
Lar, doce lar

Desde 2014 no dúplex, ela conta que houveram reformas significativas na estrutura arquitetônica. Em conjunto com a equipe de Gustavo Gois, os dois decidiram passar a cozinha, estúdio de música e sala para o andar de cima, que costumava ser uma espécie de área gourmet. Os quartos e a lavanderia ficaram no segundo piso.

“Partiu dele a proposta de fazer uma cozinha mais inteligente, do ponto de vista prático. Tudo está posicionado num lugar que cozinho e olho paras pessoas, em um ambiente externo”, revela a brasiliense.

Em relação à decoração, a única regra é não ter regra. Com muita informação, as paredes e prateleiras são repletas de artefatos e artigos decorativos. Para Mariana, é uma bagunça harmoniosa, eclética e bem colorida.

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“Minha mãe é artista plástica e, pessoalmente, gosto muito do trabalho dela. Temos muitas peças assinadas por ela em casa, mas também de outros artistas amigos”, afirma. O mesmo vale para o mobiliário, composto por itens modernos e garimpos.

Durante o início do distanciamento social, ela conta que a atenção se voltou para dentro, mas que não houveram grandes mudanças. “Estávamos nos preparando para passar uma temporada em São Paulo desde janeiro, então, o que tinha que ser feito já havia ocorrido. Essa casa mora no nosso coração, porém, tínhamos a intenção de dar uns rolês por aí. Mesmo assim, é muito bom ter o nosso cantinho”.

Cozinha

O ditado de que a cozinha é o coração da casa é levado ao pé da letra no lar de Mariana e Esdras. O cômodo é o local em que os dois mais convivem entre si e com convidados, agora, seguindo as medidas contra o novo coronavírus. O aspecto industrial das prateleiras e panelas à vista se combina com o céu aberto e as plantas distribuídas pelo espaço.

A cozinha é o cenário das receitas e jantares publicados no blog

“Além de ser aberta para a parte externa, também é aberta por dentro. Não tem nenhum armário, tudo é exposto”, explica a tradutora. “Eu acho lindíssima a confusão de panelas”.

A ideia funcional, inclusive, se expandiu para os demais cômodos da casa. “Queríamos ter o menor número de coisas guardadas possível. Tudo que usamos está visível, e se não usamos não está aqui, provavelmente”, brinca.

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