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Saúde

Refluxo favorece surgimento de câncer. Conheça os sinais de alerta

Pode começar em uma azia ou uma queimação, e evoluir para um quadro crônico de refluxo. Entenda os riscos da condição

04/05/2023 14:34
NICOLETAIONESCU/ISTOCK
imagem colorida de mulher com refluxo - Metrópoles

Basta exagerar um pouquinho a mais em uma refeição, e ela aparece. Estamos falando daquela sensação de azia e queimação, que é absolutamente comum. No entanto, quando o episódio acontece com frequência e não recebe atenção, ele pode se tornar um problema maior: o refluxo gastroesofágico.

Apesar de desconfortável, o refluxo é um incômodo bastante comum. Cerca de 12% a 20% da população mundial sofre com a condição, indicam os dados da  Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva e Neurogastroenterologia (SBMDN).

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“O que muitas pessoas não sabem é que, quando o refluxo não é tratado, ele pode evoluir para doenças mais graves, como o câncer, esofagites, entre outros”, alerta a oncologista Renata D’Alpino, especialista da Oncoclínicas São Paulo.

O ácido gástrico, quando entra em contato com o esôfago, colabora para o possível aparecimento de doenças, pois causa inflamação e favorece mutações. Geralmente, condições como esofagite podem atuar no desenvolvimento de tumores, mas isso não é uma regra.

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“O refluxo crônico pode ter como consequência o esôfago de Barrett. Essa condição tende a causar modificações nas células, podendo aumentar em mais de 20 vezes o desenvolvimento de neoplasia”, explica a médica.

Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

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