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Saúde

Médico diz ter pego Ômicron em Londres antes da OMS ser alertada

Israelense estava no Reino Unido para participar de uma conferência e suspeita que foi contaminado no evento ou no aeroporto

02/12/2021 17:06, atualizado 02/12/2021 19:38
Twitter/Reprodução
retrato do médico elad maor, colorido, em fundo cinza e preto

No dia 24/11, a Organização Mundial de Saúde (OMS) foi informada oficialmente sobre o primeiro caso da variante Ômicron, identificada por cientistas na África do Sul. Porém, um médico israelense diz ter sido contaminado com a nova cepa do coronavírus em Londres em 23/11.

Elad Maor estava em uma conferência no Reino Unido. Ao chegar no país, conforme as regras de imigração, ele fez um teste de PCR, que deu negativo. No dia seguinte (21/11), foi examinado novamente, com o mesmo resultado. Ao voltar para Israel, em 24/11, ele fez mais um teste, que também deu negativo.

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Porém, no dia 27/11, ele recebeu o resultado positivo ao fazer mais um teste. O médico acredita que foi infectado no último dia da conferência, ou no aeroporto — o teste de PCR no dia seguinte não teria sido capaz de detectar o vírus pela infecção ser recente.

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Maor tomou as duas doses da vacina contra a Covid-19 e o reforço. Ele diz estar com sintomas leves, como febre, dor muscular e dor de garganta. “As coisas poderiam estar muito piores para os meus amigos e familiares. Tenho certeza que a minha doença seria mais grave se não fosse pela vacina“, disse o israelense, em entrevista ao jornal The Guardian.

O médico é a terceira pessoa a ser diagnosticada com a variante em Israel. O país fechou as fronteiras por 14 dias para evitar que o vírus se dissemine.