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Saúde

Exames pós-Covid: saiba como prevenir sequelas graves da doença

Especialista alerta para os problemas que o vírus pode provocar a longo prazo e a importância de realizar exames pós-Covid

28/01/2022 18:28
iStock/Foto Ilustrativa
exame laboratorial

Realizar exames pós-Covid-19 tornou-se uma verdadeira prática de segurança. De acordo com dados da (Organização Mundial de Saúde (OMS), uma a cada 10 pessoas infectadas pelo coronavírus pode apresentar sequelas após três meses. Já um estudo da Universidade de Leicester, no Reino Unido, indicou que – entre os pacientes que precisaram de hospitalização – aproximadamente 70% apresentaram alguma sequela cinco meses após a alta.

E as sequelas são inúmeras, podem provocar problemas vasculares, cardíacos, pulmonares, neurológicos e mais. Tudo porque o coronavírus tem a capacidade de gerar uma infecção generalizada no organismo, atingindo vários órgãos do corpo.

Mesmo após o paciente se curar da Covid-19, ele pode permanecer com alguma região acometida pela doença e desenvolver problemas graves após um certo período. Por isso, a realização de exames pós-Covid-19 é fundamental.

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“Além de redobrar os cuidados já recomendados, como uso de máscaras, lavar as mãos com frequência, manter o distanciamento social e o esquema vacinal completo, é fundamental também fazer uma série de checkups após a contaminação”, explica o médico radiologista Egídio Cuzzioll.

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Exames pós-Covid: saiba como prevenir sequelas graves da doença - destaque galeria
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Denominam-se Covid longa os casos em que os sintomas da infecção duram por mais de 4 semanas. Além disso, alguns outros pacientes até se recuperam rápido, mas apresentam problemas a longo prazo
Um dos artigos mais recentes e abrangentes sobre o tema é de um grupo de universidades dos Estados Unidos, do México e da Suécia. Os pesquisadores selecionaram as publicações mais relevantes sobre a Covid prolongada pelo mundo e identificaram 55 sintomas principais
Entre os 47.910 pacientes que integraram os estudos, os cinco principais sintomas detectados foram: fadiga, dor de cabeça, dificuldade de atenção, perda de cabelo e dificuldade para respirar
A Covid prolongada também é comum após as versões leve e moderada da infecção, sem que o paciente tenha precisado de hospitalização. Cerca de 80% das pessoas que pegaram a doença ainda tinham algum sintoma pelo menos duas semanas após a cura do vírus
Além disso, um dos estudos analisados aponta que a fadiga após o coronavírus é mais comum entre as mulheres, assim como a perda de cabelo
Sem ter um nome definitivo, o conjunto de sintomas que continua após a cura da infecção pelo coronavírus é chamado de Síndrome Pós-Covid, Covid longa, Covid persistente ou Covid prolongada
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Sem ter um nome definitivo, o conjunto de sintomas que continua após a cura da infecção pelo coronavírus é chamado de Síndrome Pós-Covid, Covid longa, Covid persistente ou Covid prolongada

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Denominam-se Covid longa os casos em que os sintomas da infecção duram por mais de 4 semanas. Além disso, alguns outros pacientes até se recuperam rápido, mas apresentam problemas a longo prazo
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Denominam-se Covid longa os casos em que os sintomas da infecção duram por mais de 4 semanas. Além disso, alguns outros pacientes até se recuperam rápido, mas apresentam problemas a longo prazo

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Um dos artigos mais recentes e abrangentes sobre o tema é de um grupo de universidades dos Estados Unidos, do México e da Suécia. Os pesquisadores selecionaram as publicações mais relevantes sobre a Covid prolongada pelo mundo e identificaram 55 sintomas principais
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Um dos artigos mais recentes e abrangentes sobre o tema é de um grupo de universidades dos Estados Unidos, do México e da Suécia. Os pesquisadores selecionaram as publicações mais relevantes sobre a Covid prolongada pelo mundo e identificaram 55 sintomas principais

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Entre os 47.910 pacientes que integraram os estudos, os cinco principais sintomas detectados foram: fadiga, dor de cabeça, dificuldade de atenção, perda de cabelo e dificuldade para respirar
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Entre os 47.910 pacientes que integraram os estudos, os cinco principais sintomas detectados foram: fadiga, dor de cabeça, dificuldade de atenção, perda de cabelo e dificuldade para respirar

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A Covid prolongada também é comum após as versões leve e moderada da infecção, sem que o paciente tenha precisado de hospitalização. Cerca de 80% das pessoas que pegaram a doença ainda tinham algum sintoma pelo menos duas semanas após a cura do vírus
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A Covid prolongada também é comum após as versões leve e moderada da infecção, sem que o paciente tenha precisado de hospitalização. Cerca de 80% das pessoas que pegaram a doença ainda tinham algum sintoma pelo menos duas semanas após a cura do vírus

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Além disso, um dos estudos analisados aponta que a fadiga após o coronavírus é mais comum entre as mulheres, assim como a perda de cabelo
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Além disso, um dos estudos analisados aponta que a fadiga após o coronavírus é mais comum entre as mulheres, assim como a perda de cabelo

Metrópoles
Especialistas acreditam que a Covid longa pode ser uma "segunda onda" dos danos causados pelo vírus no corpo. A infecção inicial faz com que o sistema imunológico de algumas pessoas fique sobrecarregado, atacando não apenas o vírus, mas os próprios tecidos do organismo
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Especialistas acreditam que a Covid longa pode ser uma "segunda onda" dos danos causados pelo vírus no corpo. A infecção inicial faz com que o sistema imunológico de algumas pessoas fique sobrecarregado, atacando não apenas o vírus, mas os próprios tecidos do organismo

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Por enquanto, ainda não há um tratamento adequado para esse quadro clínico que aparece após a recuperação da Covid-19. O foco principal está no controle dos sintomas e no aumento gradual das atividades do dia a dia
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Por enquanto, ainda não há um tratamento adequado para esse quadro clínico que aparece após a recuperação da Covid-19. O foco principal está no controle dos sintomas e no aumento gradual das atividades do dia a dia

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Segundo o especialista, o principal exame pós-Covid-19 é a tomografia do tórax, que permite analisar a gravidade das lesões causadas pelo vírus. “A partir deste exame, conseguimos classificar o nível de comprometimento e contribuir, assim, para que a equipe médica realize um tratamento mais adequado, de forma individualizada e assertiva, do paciente”, diz.

Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.