Doenças vasculares: o desafio do diagnóstico tardio

O diagnóstico tardio de doenças vasculares aumenta riscos de complicações graves. Entenda a importância da detecção precoce

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1 de 1 Foto colorida de mulher um mão na perna e a região está avermelhada - Metrópoles - Foto: Prostock-Studio/Getty Images

O maior perigo das doenças vasculares reside justamente no silêncio. Elas avançam lentamente, sem fazer alarde, enquanto o sistema de saúde reage tarde demais.

Essa lacuna entre o início da doença e o tratamento efetivo é, hoje, o maior desafio da medicina vascular no Brasil. O impacto desse atraso é devastador: dores crônicas, incapacidade física e, em casos extremos, a necessidade de amputações que poderiam ser evitadas.

A realidade nos consultórios vasculares, tanto na rede pública quanto na privada, segue um padrão alarmante. Segundo o cirurgião vascular Dr. Saymon Santana, as condições avançam enquanto o paciente fica sem resposta. Doenças como lipedema, linfedema e Doença Arterial Periférica (DAP) são exemplos clássicos de condições subdiagnosticadas.

Leia a notícia completa no portal Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

 

 

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