Doença de paciente que parou estudos em Oxford não está ligada à vacina

Desenvolvimento de sintomas neurológicos foi responsável por pausar os testes da imunização no mundo inteiro, inclusive no Brasil

atualizado 16/09/2020 20:10

vacinasKarl Tapales/Getty Images

Em um documento enviado aos voluntários do estudo clínico da vacina de Oxford, a Universidade de Oxford, no Reino Unido, afirma que os sintomas neurológicos que levaram à interrupção da pesquisa não estão relacionados à imunização.

Uma voluntária apresentou sinais neurológicos condizentes com mielite transversa na última semana, e o estudo foi pausado no mundo inteiro para investigação. Segundo a universidade, sintomas como fraqueza nos membros ou “mudança de sensação” podem causar outras interrupções para revisão de segurança. A pesquisa foi retomada no Brasil na última segunda-feira (14/9).

“Depois de uma revisão independente, essas doenças foram consideradas improváveis de estar associadas à vacina ou não surgiram evidências suficientes para dizer com certeza que estavam ou não relacionadas. Em ambos os casos, após avaliação das informações, os revisores independentes recomendaram a retomada dos estudos da vacina”, diz o documento, segundo a agência de notícias Bloomberg.

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