Covid: três sinais na pele, unhas e lábios que podem indicar a Ômicron

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos EUA, afirma que coloração da pele pode indicar infecção pela variante Ômicron

atualizado 12/01/2022 14:25

sinais da ômicronGetty Images

Desde o surgimento da variante Ômicron, em novembro de 2021, os cientistas vêm buscando entender os sintomas e a letalidade da nova cepa. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, orienta sobre sintomas aparentes nos lábios, na pele e nas unhas que podem indicar contaminação pela variante do coronavírus.

De acordo com o órgão de saúde, os três sinais que apontam infecção pela Ômicron são aspectos pálidos, acinzentados ou azulados nas áreas. O tom da pele pode indicar baixos níveis de oxigênio no sangue, sendo assim, o CDC sugere procurar ajuda imediatamente se notar qualquer mudança de cor.

Os sintomas podem vir acompanhados de dificuldade para respirar, dor ou pressão persistente no peito, indisposição e confusões mentais. Em pessoas mais velhas e vulneráveis, os riscos de aparecimento dos sinais são maiores, entretanto, pacientes mais jovens e saudáveis também podem, em casos raros, manifestar os sintomas e precisar de ajuda médica.

As autoridades de saúde dos EUA afirmam que tem sido mais difícil identificar os sintomas da Ômicron do que os das cepas anteriores, uma vez que os sinais são parecidos com doenças sazonais, como gripe ou resfriado comum.

Importância da vacina

Embora seja importante estar atento aos sinais de alerta, uma série de estudos mostra que a Ômicron é mais suave do que outras cepas do coronavírus. Contudo, especialistas seguem reforçando a importância das duas dose da vacina e o reforço para controle da pandemia.

O secretário de Saúde do Reino Unido, Sajid Javid, disse em entrevista ao NHS que o país está enfrentando semanas difíceis com a onda de contaminações pela Ômicron, e afirma que “a melhor coisa que as pessoas podem fazer é obter a dose de reforço”.

“Sabemos agora que a Ômicron é menos grave. Nossas análises mais recentes também mostram que a chance de hospitalização pela cepa é quase 90% menor do que a Delta”, declarou.

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