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Saúde

Covid: Israel aprova vacina da Pfizer para crianças entre 5 e 11 anos

País deve divulgar datas para o começo da imunização para a faixa etária nos próximos dias e campanha deve vacinar 1,2 milhões de pessoas

15/11/2021 12:40
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Vacinação crianças

O Ministério da Saúde de Israel decidiu, nesse domingo (14/11), autorizar de maneira emergencial a aplicação da vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19 em crianças entre 5 e 11 anos. A campanha de vacinação para a faixa etária será divulgada nos próximos dias.

Segundo as autoridades sanitárias do país, será usada uma dose de 10 microgramas para as crianças — em maiores de 12 anos, são aplicados 30 microgramas. De acordo com estudos feitos pela Pfizer, o imunizante oferece 90,7% de eficácia contra o coronavírus em pessoas entre 5 e 11 anos.

“A maioria dos especialistas do comitê concordam que os benefícios da vacinação para este grupo são muito maiores que os riscos”, explica o governo israelense em nota à imprensa. A vacina já é aplicada neste grupo nos Estados Unidos, e está em análise pela Anvisa no Brasil.

A população de Israel é considerada jovem, e 1,2 milhões de crianças devem ser imunizadas contra a Covid-19 nesta nova etapa da vacinação. Apesar da autorização, cerca de 40% dos pais ainda não decidiu se irá vacinar os filhos.

O que se sabe sobre a vacinação de adolescentes contra Covid-19

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A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil
A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano
A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira
Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis
As principais agências regulatórias de medicamentos do mundo já aprovaram a imunização de adolescentes com 12 anos ou mais contra a Covid-19
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As principais agências regulatórias de medicamentos do mundo já aprovaram a imunização de adolescentes com 12 anos ou mais contra a Covid-19

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A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil
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A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil

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A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano
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A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano

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A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira
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A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira

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Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis
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Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis

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A miocardite (inflamação do coração) foi apontada por estudos como um dos efeitos colaterais após a vacinação com imunizantes de RNA, como Pfizer e Moderna. O evento é considerado muito raro
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A miocardite (inflamação do coração) foi apontada por estudos como um dos efeitos colaterais após a vacinação com imunizantes de RNA, como Pfizer e Moderna. O evento é considerado muito raro

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A miocardite é mais comum entre os jovens, observada com maior frequência entre os meninos após a segunda dose. Ela pode causar dor no peito e batimentos cardíacos acelerados, sintomas que desaparecem em poucos dias
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A miocardite é mais comum entre os jovens, observada com maior frequência entre os meninos após a segunda dose. Ela pode causar dor no peito e batimentos cardíacos acelerados, sintomas que desaparecem em poucos dias

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Cientistas alertam que o risco de desenvolver miocardite após a infecção pelo novo coronavírus é até seis vezes maior do que após a vacina e reforçam a necessidade da imunização
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Cientistas alertam que o risco de desenvolver miocardite após a infecção pelo novo coronavírus é até seis vezes maior do que após a vacina e reforçam a necessidade da imunização

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