Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Saúde

Covid: Anvisa analisa uso da vacina Pfizer em crianças de 5 a 11 anos

A Pfizer sugere aplicação com dose reduzida para a faixa etária. A Anvisa tem o prazo de 30 dias para avaliar o pedido

12/11/2021 17:25
Getty Images
Vacinação crianças

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu, nesta sexta-feira (12/11), pedido da Pfizer para estender o uso emergencial da vacina contra Covid-19 destinada às crianças de 5 a 11 anos. A agência tem 30 dias para analisar o pedido.

A empresa norte-americana sugere que as crianças desta faixa etária recebam doses com o equivalente a um terço do aplicado na população com 12 anos ou mais. Os testes clínicos com mais de 2 mil crianças mostraram que a dosagem é segura e eficaz no combate ao novo coronavírus.

Receba no seu email as notícias de Ciência&Saúde

Frequência de envio: Semanal

Ver todas as newsletters

De acordo com a Anvisa, a proposta é ter frascos diferenciados por cor, com dosagem específica para cada um dos dois grupos, as crianças e os maiores de 12 anos.

“A análise técnica feita pela Anvisa será feita de forma rigorosa e com toda a cautela necessária para a inclusão deste público específico”, informou a agência em comunicado.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Saúde e Ciência

O que se sabe sobre a vacinação de adolescentes contra Covid-19:

Covid: Anvisa analisa uso da vacina Pfizer em crianças de 5 a 11 anos - destaque galeria
9 imagens
A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil
A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano
A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira
Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis
As principais agências regulatórias de medicamentos do mundo já aprovaram a imunização de adolescentes com 12 anos ou mais contra a Covid-19
1 de 9

As principais agências regulatórias de medicamentos do mundo já aprovaram a imunização de adolescentes com 12 anos ou mais contra a Covid-19

Getty Images
A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil
2 de 9

A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil

Pete Bannan/MediaNews Group/Daily Local News via Getty Images
A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano
3 de 9

A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano

Igo Estrela/Metrópoles
A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira
4 de 9

A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira

Igo Estrela/Metrópoles
Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis
5 de 9

Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis

Getty Images
A miocardite (inflamação do coração) foi apontada por estudos como um dos efeitos colaterais após a vacinação com imunizantes de RNA, como Pfizer e Moderna. O evento é considerado muito raro
7 de 9

A miocardite (inflamação do coração) foi apontada por estudos como um dos efeitos colaterais após a vacinação com imunizantes de RNA, como Pfizer e Moderna. O evento é considerado muito raro

Igo Estrela/Metrópoles
A miocardite é mais comum entre os jovens, observada com maior frequência entre os meninos após a segunda dose. Ela pode causar dor no peito e batimentos cardíacos acelerados, sintomas que desaparecem em poucos dias
8 de 9

A miocardite é mais comum entre os jovens, observada com maior frequência entre os meninos após a segunda dose. Ela pode causar dor no peito e batimentos cardíacos acelerados, sintomas que desaparecem em poucos dias

Igo Estrela/Metrópoles
Cientistas alertam que o risco de desenvolver miocardite após a infecção pelo novo coronavírus é até seis vezes maior do que após a vacina e reforçam a necessidade da imunização
9 de 9

Cientistas alertam que o risco de desenvolver miocardite após a infecção pelo novo coronavírus é até seis vezes maior do que após a vacina e reforçam a necessidade da imunização

Getty Images