Coronavírus: Brasil ainda não chegou ao pior da pandemia, afirma OMS

Diretor-executivo da agência internacional, Mike Ryan, apontou as Américas do Sul e Central como novo epicentro da doença no mundo

atualizado

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Andriy Onufriyenko/Getty Images
Ilustração da estrutura do coronavírus
1 de 1 Ilustração da estrutura do coronavírus - Foto: Andriy Onufriyenko/Getty Images

O diretor-executivo da OMS, Mike Ryan, afirmou nesta segunda-feira (01/06) que a América Central e a do Sul são os novos epicentros da pandemia do novo coronavírus no mundo. De acordo com ele, o Brasil e os países vizinhos ainda não atingiram o pico da transmissão da doença.

“Cinco dos dez países que registraram mais casos nas últimas 24 horas estão nas Américas”, salientou Ryan. “No momento, não é possível prever quando (o pior momento) chegará”, completou. Na quinta-feira passada (28/05), o Brasil foi o país com maior número de pacientes confirmados no mundo.

A OMS reforçou o alerta para que os países adotem uma abordagem científica ao avaliar o fim das medidas de isolamento. “Temos exemplos de governos que adotaram uma abordagem baseada em toda a sociedade, calcada na ciência, e outros que tiveram fraqueza nisso”, destacou.

Questionado sobre a situação do Brasil, Ryan evitou tecer comentários específicos sobre o país e preferiu fazer uma análise geral sobre o continente, onde há rápido avanço do coronavírus. Ele explicou que, além de haver locais com sistemas de saúde frágeis, a região apresentou uma variedade muito grande de modelos de respostas à epidemia.

Colaboração dos Estados Unidos

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, comentou a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de cortar relações do país com a entidade. Tedros disse que a “contribuição e generosidade” dos americanos à saúde global, ao longo das décadas, têm sido “imensas”. “É desejo da OMS que essa colaboração continue”, afirmou.

No pronunciamento, o diretor-geral lembrou que mais de 6 milhões de casos de coronavírus já foram confirmados no mundo, com mais de 370 mil mortes. (Com informações da Agência Estado)

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