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Saúde

Caminhar não significa andar: entenda as maiores diferenças e técnicas

O sedentarismo compromete a saúde e caminar desponta como um exercício essencial do ponto de vista metabólico e cardiovascular

SportLife08/04/2025 12:31
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Getty Images
Foto em close-up mostra os tênis azuis de uma mulher durante caminhada. Metrópoles

Facilidade é um substantivo que define a caminhada: o exercício pode ser feito em parques, avenidas ou até mesmo no seu próprio bairro. Apesar dessa vantagem, há quem confunda o propósito da modalidade. Caminhar não significa apenas andar.

Qual exercício potencializa os ganhos da caminhada?

“A musculação. A tendência dela é aumentar a massa muscular. Aumentando a massa muscular nós aumentamos também o nosso metabolismo basal, que é aquela energia que a gente gasta mesmo em repouso ou até dormindo. Uma caminhada de três a quatro vezes por semana, por pelo menos meia hora e associada a mais uma ou duas vezes por semana à musculação, já tem um grande benefício para a ajuda na perda de peso”, explica o médico endocrinologista Fabiano Lago, do spa Estância do Lago.

As quatro técnicas de caminhada

Redução dos riscos de doenças

O sedentarismo compromete a saúde e o exercício físico desponta como essencial do ponto de vista metabólico e cardiovascular. A sugestão para pessoas sedentárias é iniciar com poucos minutos, o que já reduz de forma substancial o risco relativo de doenças.

“Para iniciantes, é melhor uma caminhada moderada, não em um ritmo intenso por conta da adaptação do sistema cardiovascular. Sempre quando iniciamos uma atividade física é imprescindível um exame médico para verificar as condições fisiológicas e a aptidão para esforço físico. Para o início de uma atividade como caminhada, mesmo sendo uma prática corriqueira, é importante planejar e monitorar a sua intensidade”, diz o coordenador do curso de Educação Física da Universidade Positivo, Zair Cândido de Oliveira Netto.

Caminhar rápido

“Nesse ritmo mais intenso, o corpo se esforça para suprir os músculos em movimento com o oxigênio necessário, resultando em um aumento da frequência cardíaca. Essa alteração traz uma série de benefícios para a saúde do sistema cardiovascular”, destaca Oliveira Netto.

Leia a reportagem completa no SportLife, parceiro do Metrópoles.

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