Anvisa manda recolher lote de sardinha congelada contaminada
A Anvisa informou que o recolhimento foi comunicado pela própria empresa após a identificação da contaminação por salmonella
atualizado
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote de sardinha congelada após a detecção da bactéria salmonella em análises laboratoriais. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última terça-feira (28/4).
A medida envolve o produto Peixe Congelado Sardinha Laje espalmada e eviscerada, comercializado em embalagens de 800 gramas. O alimento é produzido pela empresa JMS Indústria e Comércio de Pescados Ltda.
Segundo a resolução, exames laboratoriais identificaram a presença da bactéria salmonella spp. em amostras de 25 gramas do produto. O resultado caracteriza condição microbiológica inadequada e torna o alimento impróprio para consumo humano.
Conforme determina a resolução, estão suspensos a comercialização, a distribuição, a propaganda e o uso do produto. Também foi estabelecido o recolhimento voluntário das unidades já distribuídas no mercado.
Lote específico foi afetado
A decisão atinge apenas o lote 13099022444 do produto Peixe Congelado Sardinha Laje espalmada 800 g e do produto Peixe Congelado Sardinha Laje eviscerada 800 g.
A Anvisa informou que o recolhimento foi comunicado pela própria empresa após a identificação da contaminação. A presença da bactéria em pescado cru congelado indica falha nas condições higiênico-sanitárias durante o processo de produção, segundo o documento oficial.
Consumidores que tenham adquirido produtos desse lote devem interromper o consumo imediatamente. A orientação é procurar o local de compra ou entrar em contato com o fabricante para informações sobre devolução ou descarte.
O que é a salmonella?
A salmonella (Salmonellose) é uma bactéria associada a casos de intoxicação alimentar. A infecção ocorre após a ingestão de alimentos contaminados e pode provocar sintomas como diarreia, vômitos, febre, dor abdominal, mal-estar e perda de apetite.

Segundo o Ministério da Saúde, crianças, idosos, gestantes e pessoas com sistema imunológico comprometido têm maior risco de desenvolver formas mais graves da infecção, que podem levar à desidratação e exigir atendimento médico.
