Corpos das 6 vítimas de acidente com lancha são velados em Franca
Os corpos das 6 pessoas que morreram em um acidente com uma lancha no Rio Grande são velados em Franca, cidade no interior paulista
atualizado
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Os corpos das seis pessoas que morreram em um acidente com uma lancha no Rio Grande, na divisa entre Rifaina (SP) e Sacramento, (MG), são velados em Franca, cidade no interior paulista onde moravam, nesta segunda-feira (23/2). Outros nove tripulantes sobreviveram.
Entre os mortos estão mãe e filho: Viviane Aredes, que completaria 36 anos nesse domingo (22/2), e Bento Aredes, de 4. A mulher era irmã da primeira-dama de Patrocínio Paulista, Isabela Aredes.
As demais vítimas são o piloto da embarcação, Wesley Carlos da Silva, de 45 anos; Juliana Fernanda de Oliveira Silva Ferreira, de 40; Marina Matias Rodrigues, de 22, e Erica Fernanda Lima, de 41.
Horários de velórios e sepultamentos
- Juliana Fernanda de Oliveira Silva Ferreira: velório no Cemitério São Vicente, às 6h; sepultamento no Cemitério Jardim das Oliveiras, às 13h.
- Wesley Carlos da Silva: velório no Cemitério São Vicente, às 6h30; sepultamento no Cemitério Santo Agostinho, às 16h.
- Bento Aredes e Viviane Aredes: velório no Memorial Nova Franca, a partir de 0h; sepultamento no Cemitério Santo Agostinho, às 10h.
- Erica Fernanda Lima: velório no Cemitério Santo Agostinho, às 9h, sepultamento no mesmo local, às 13h.
- Marina Rodrigues Matias: velório no Cemitério São Vicente: das 7h; sepultamento no Cemitério Jardim das Oliveiras, às 13h.
Acidente com lancha
O grupo retornava de um bar flutuante e seguia em direção a um rancho às margens do rio quando a lancha colidiu contra um píer. Testemunhas relataram que a estrutura não tinha iluminação nem sinalização noturna.
Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Araxá (MG). As circunstâncias das mortes ainda serão esclarecidas. Segundo o Corpo de Bombeiros, não há confirmação se as vítimas morreram por afogamento ou em decorrência dos ferimentos provocados pela batida.
Ainda de acordo com os bombeiros, Wesley Carlos, o piloto da lancha, não possuía arrais, habilitação exigida pela Marinha do Brasil para condução de embarcações.






