União Brasil quer Rubinho Nunes na presidência da Câmara Municipal

Bancada de vereadores do União Brasil decidiu pelo nome de Rubinho Nunes. Escolha segue decisão do partido por rodízio entre parlamentares

atualizado

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Lucas Bassi / Rede Câmara
Imagem colorida mostra o vereador Rubinho Nunes (União Brasil), homem branco, de terno azul e gravata dourada, falando ao microfone no plenário da Câmara - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra o vereador Rubinho Nunes (União Brasil), homem branco, de terno azul e gravata dourada, falando ao microfone no plenário da Câmara - Metrópoles - Foto: Lucas Bassi / Rede Câmara

A bancada de vereadores do União Brasil na capital paulista decidiu, em reunião realizada na noite desta segunda-feira (1º/12) pelo nome de Rubinho Nunes para a disputa da presidência da Câmara Municipal de São Paulo.

A escolha segue a decisão do partido de cumprir o acordo formalizado em dezembro de 2024, que prevê um rodízio entre os parlamentares da sigla na presidência.

O atual presidente da Câmara, Ricardo Teixeira, não quis participar do encontro.

A bancada se reuniu de forma independente, sem a participação do presidente do diretório municipal, Milton Leite, ou de outros membros da Executiva.

Após a decisão da bancada ocorrida a portas fechadas, o partido se reuniu para ratificar o nome escolhido e tomar medidas legais cabíveis ao cumprimento da referida decisão pelos demais filiados.

A eleição do presidente que comandará a Câmara em 2026, que ocorrerá em 15 de dezembro, é marcada por um racha entre o grupo de Milton Leite e a base do prefeito Ricardo Nunes (MDB), que defendia a recondução do atual presidente Ricardo Teixeira (União) para mais um ano de mandato.

Embora seja do União, Teixeira é tido entre os pares como uma figura mais ligada ao governo do que necessariamente ao partido. A iniciativa de reelegê-lo contava com o apoio de Nunes.

Racha no União Brasil

Em reunião no mês de novembro, a base governista, em movimento capitaneado pelo vereador João Jorge (MDB), vice-presidente da Câmara e um dos principais aliados do prefeito no Legislativo municipal, reuniu 31 assinaturas de apoio à recondução de Teixeira. Na ocasião, o emedebista afirmou também que tinha o compromisso de ao menos mais 10 votos, incluindo os oito da bancada do PT. Para eleger um presidente ainda em primeiro turno, são necessários 28 votos.

Apesar do racha, o União Brasil afirma que será mantido o apoio à gestão do prefeito Ricardo Nunes.

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