Tragédia em Iperó: rapaz sobrevive a chacina após se trancar em quarto

Sobrevivente ouviu os pais e a irmã serem executados a tiros por Rodrigo Ferreira da Silva, de 37 anos, que tirou a própria vida

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montagem com 3 fotos. No centro, homem pardo, esquerda e direita, mulheres - Metrópoles
1 de 1 montagem com 3 fotos. No centro, homem pardo, esquerda e direita, mulheres - Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes Sociais

O ex-cunhado de Rodrigo Ferreira da Silva, 37, apontado como autor de uma chacina em Iperó, interior paulista, sobreviveu porque conseguiu se trancar em um dos quartos de casa, enquanto sua família era executada a tiros.

Escondido atrás da porta fechada, ele ouviu o disparo final que pôs fim à sequência de assassinatos cometidos, na manhã dessa quinta-feira (5), na Região Metropolitana de Sorocaba, no interior de São Paulo, como consta em registros da Polícia Civil. Do lado de fora, quase um mês após o fim do casamento — encerrado sob medida protetiva solicitada pela ex-mulher —, Rodrigo havia acabado de atirar contra Cinthia Vieira da Silva, 31, e contra o pai dela, Carlos Alberto Vieira Silva, 66, na rua onde as vítimas moravam.

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Rodrigo Ferreira matou a ex e os pais dela, um mês após fim de casamento
Cinthia registrou uma medida protetiva, por violência doméstica, contra Rodrigo
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Sara Baptista foi assassinada com um tiro na cabeça, segundo registrado pela polícia
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Sara Baptista foi assassinada com um tiro na cabeça, segundo registrado pela polícia

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Rodrigo Ferreira matou a ex e os pais dela, um mês após fim de casamento
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Rodrigo Ferreira matou a ex e os pais dela, um mês após fim de casamento

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Cinthia registrou uma medida protetiva, por violência doméstica, contra Rodrigo
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Cinthia registrou uma medida protetiva, por violência doméstica, contra Rodrigo

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Relacionamento de 20 anos

Depois, ele entrou na residência da família. Por volta das 10h40, disparou contra a cabeça da ex-sogra, Sara Baptista de Camargo Silva, 63. Caminhou até a sala, sentou-se no sofá e permaneceu ali por alguns instantes antes de a casa mergulhar em silêncio.

O corpo de Rodrigo foi encontrado posteriormente por policiais militares, com um ferimento na cabeça, indicando que ele se matou após executar os ex-parentes, com quem conviveu por cerca de 20 anos, período que corresponde ao casamento com Cinthia.

Na rua, a ex-companheira e o pai ainda foram encontrados vivos, sobre poças de sangue. Ambos foram socorridos, mas morreram horas depois em um hospital da região.

Rodrigo era investigado pela Polícia Civil por violência doméstica e já havia sido indiciado nesse inquérito. Três dias antes da chacina, registrou contra Cinthia um boletim de ocorrência por calúnia, depois de ela ter ido à delegacia, em 27 de janeiro, para denunciá-lo por injúria.

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