Governo Tarcísio vai preparar protocolo contra ataques em escolas

Resolução que cria grupo de trabalho para pensar protocolo foi publicada 2 dias antes de data que marca ataque à escola Thomazia Montoro

atualizado

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Estudantes fazem vigília nesta manhã de terça-feira (28), na Escola Estadual Thomazia Montoro-03
1 de 1 Estudantes fazem vigília nesta manhã de terça-feira (28), na Escola Estadual Thomazia Montoro-03 - Foto: Fábio Vieira/Metrópoles

São Paulo O governo de São Paulo criou um grupo de trabalho para desenvolver um protocolo de resposta contra ataques em escolas. A resolução divulgando os membros responsáveis por pensar o documento foi publicada nesta terça-feira (25/3) no Diário Oficial, dois dias antes da data que marca os dois anos do atentado na Escola Estadual Thomazia Montoro, na zona oeste da capital.

Formado por integrantes da Secretaria da Educação, da Fundação para Desenvolvimento da Educação (FDE), e policiais militares e civis, o grupo de trabalho deverá estudar práticas nacionais e internacionais sobre o tema e criar um protocolo com procedimentos de prevenção, detecção, resposta e mitigação de incidentes.

Segundo a resolução, também caberá ao grupo propor medidas de treinamento para capacitar os membros da comunidade escolar para situações de emergência, além de estabelecer um plano de comunicação para crises. A meta é que a equipe entregue, em até 90 dias, um relatório com proposta de implantação do protocolo contra os ataques nas escolas da rede estadual.

Desde que assumiu o governo paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos) teve que enfrentar dois ataques em escolas estaduais.

O primeiro deles, na Escola Thomazia Montoro, na zona oeste da capital paulista, terminou com a morte da professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, e deixou outras quatro pessoas feridas. O segundo, na Escola Estadual Sapopemba, na zona leste, vitimou a estudante Giovanna Bezerra da Silva, de 17 anos, e deixou outras duas alunas baleadas.

Desde então, o governo contratou psicólogos e seguranças privados para atuar em algumas das escolas estaduais. O número de profissionais, no entanto, não atende toda a rede de ensino.

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