Suzane von Richthofen: mortes de tio e pais foram para mesma delegacia
Miguel Abdalla foi encontrado morto dentro da própria casa na zona sul de SP. Boletim de ocorrência foi registrado no 27º DP (Campo Belo)
atualizado
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A morte do tio materno de Suzane von Richthofen, Miguel Abdalla, foi registrada na mesma delegacia responsável pelo boletim de ocorrência do assassinato dos pais de Suzane a mando dela. O médico Miguel Abdalla foi encontrado morto dentro da própria casa na Vila Congonhas, zona sul de São Paulo, na última sexta-feira (9/1).
O caso foi protocolado pela Polícia Civil no 27º Distrito Policial (Campo Belo), que também registrou a morte de Marísia e Manfred Richthofen em 2002. Ao longo das investigações sobre o assassinato dos pais, Suzane chegou a prestar depoimento no 27º DP ao menos duas vezes acompanhada do tio.
Tio de Suzane von Richthofen encontrado morto
- Tio materno de Suzane von Richthofen, Miguel Abdalla foi encontrado morto na sexta-feira (9/1).
- O corpo do homem, de 76 anos, foi localizado em Vila Congonhas, na zona sul de São Paulo.
- Segundo a apuração do Metrópoles, um vizinho usou uma escada para olhar por cima do muro após Abdalla ficar dois dias sem dar notícias.
- A Polícia Militar (PM) informou que a causa da morte foi natural. Além disso, não havia sinais de arrombamento na porta.
- No sábado (10/1), o muro da casa amanheceu pichado com a frase: “Será que foi a Suzane?”. O escrito foi apagado nesta segunda-feira por um profissional que não quis falar com o Metrópoles.
Quem era o tio de Suzane von Richthofen
O médico Miguel Abdalla era tutor de Andreas, irmão de Suzane, e ex-inventariante dos bens de Marísia e Manfred Richthofen, assassinados em 2002 pelos irmãos Cravinhos, a mando da própria filha.
Em julho de 2005, após completar 18 anos, Andreas assumiu o lugar de Abdalla como inventariante, após Suzane solicitar o afastamento dele. No processo, ela alegou que o tio estava sonegando bens do espólio.
Em 2006, Abdalla acionou a Justiça para dizer que Suzane foi vista “rondando” a casa onde ele vivia com a mãe e Andreas. A informação levou a um pedido de prisão preventiva pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP).
Suzane von Richthofen foi condenada a 39 anos e 6 meses de prisão por duplo homicídio triplamente qualificado. Atualmente, ela cumpre a pena em regime aberto desde janeiro de 2023.






