“Será que foi Suzane?” Veja pichação na casa onde tio foi achado morto
No portão da casa, localizada na zona sul de SP, foi pichada a frase: “Será que foi a Suzane?”. Miguel Abdalla morreu na sexta-feira (9/1)
atualizado
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A pichação no muro da casa onde o tio de Suzane von Richthofen, Miguel Abdalla, foi encontrado morto na sexta-feira (9/1), foi apagada no fim da manhã desta segunda-feira (12/1).
O local, que fica no bairro de Vila Congonhas, zona sul de São Paulo, passou o fim de semana pichado com a frase: “Será que foi a Suzane?” no sábado (10/1).
O profissional responsável por apagar o escrito não quis falar com o Metrópoles.
A morte de Abdalla foi registrada como suspeita. O corpo do médico, de 76 anos, foi encontrado na residência localizada na rua Baronesa de Bela Vista, em Vila Congonhas, na zona sul de São Paulo. Segundo a apuração do Metrópoles, a polícia foi acionada após um vizinho do homem usar uma escada para subir o muro e avistar o corpo de Abdalla.
A Secretaria da Segurança Pública informou que policiais militares foram acionados e encontraram a vítima dentro do imóvel sem vida. O homem não dava sinais há dois dias.
Não foram identificados sinais de violência, como arrombamento no local. A ocorrência foi registrada no 27º Distrito Policial, de Campo Belo, que requisitou perícia.
O corpo de Abdalla deve passar por exame necroscópico no Instituto Médico Legal (IML) para apurar a causa da morte que, de acordo com a Polícia Militar, foi natural.
Tio de Suzane von Richthofen
O médico Miguel Abdalla era tutor de Andreas, irmão de Suzane, e ex-inventariante dos bens de Marísia e Manfred Richthofen, assassinados em 2002 pelos irmãos Cravinhos, a mando da própria filha.
Em julho de 2005, após completar 18 anos, Andreas assumiu o lugar de Abdalla como inventariante, depois de Suzane solicitar o afastamento dele. No processo, ela alegou que o tio estava sonegando bens do espólio.
Em 2006, Abdalla acionou a Justiça para dizer que Suzane foi vista “rondando” a casa onde ele vivia com a mãe e Andreas. A informação levou a um pedido de prisão preventiva pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP).
Suzane von Richthofen foi condenada a 39 anos e 6 meses de prisão por duplo homicídio triplamente qualificado. Ela cumpre a pena em regime aberto desde janeiro de 2023.













