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Emboscada palmeirense: integrante da Mancha se entrega e é o 13º preso

Armadilha da Mancha alvi Verde matou um torcedor do Cruzeiro e feriu outros 17. Nesta terça, Leandro Gomes dos Santos se entregou à polícia

atualizado

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Leandro Gomes dos Santos preso pela Polícia Civil por emboscada da Mancha - Metrópoles
1 de 1 Leandro Gomes dos Santos preso pela Polícia Civil por emboscada da Mancha - Metrópoles - Foto: Polícia Civil/Reprodução

São Paulo — Leandro Gomes dos Santos, integrante da Mancha alvi Verde, se entregou à Polícia Civil de São Paulo na tarde desta terça-feira (10/12). O torcedor palmeirense, que tinha mandado de prisão provisória desde novembro, é suspeito de participar da emboscada contra torcedores do Cruzeiro, em outubro, que resultou em um morto carbonizado e 17 feridos.

Procurada pelo Metrópoles, a diretora do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Ivalda Aleixo, disse que o advogado esteve presente para falar sobre a apresentação do cliente. Outras 12 pessoas já haviam sido detidas pelo suposto envolvimento no crime.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP), confirmou que a prisão temporária de “Leandrinho” — como é conhecido — foi cumprida e ele prestou depoimento. “A investigação segue em sigilo para o total esclarecimento do caso”, acrescentou a pasta.

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No total, 13 já foram presos
Integrante da Mancha Alvi Verde acusado de participar de emboscada contra cruzeirenses
Acusados podem responder por crimes de homicídio, lesão corporal, dano, tumulto e associação criminosa
Polícia cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão
Leandro Gomes dos Santos se entregou à polícia nesta terça-feira (10/12)
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Integrante da Mancha Alvi Verde acusado de participar de emboscada contra cruzeirenses
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Acusados podem responder por crimes de homicídio, lesão corporal, dano, tumulto e associação criminosa
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Polícia cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão
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Emboscada da Mancha Alvi Verde

Por volta das 5h da manhã do dia 27 de outubro, no km 65 da Rodovia Fernão Dias, no centro de Mairiporã, membros da Mancha Alvi Verde, torcida do Palmeiras, fizeram uma emboscada contra torcedores do Cruzeiro. Os agressores envolvidos fugiram pelas vias locais.

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram acionados para a ocorrência e, no local, encontraram um ônibus incendiado e outro depredado. Rojões, barras de ferro, madeiras e fogos de artifício foram apreendidos.

Atualmente, o Palmeiras está sendo processado no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) por quatro familiares de José Victor dos Santos Miranda. A armadilha palmeirense pode ter sido vingança a um ataque semelhante que ocorreu em 28 de setembro de 2022.

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A torcida da Máfia Azul foi alvo do ataque
Os agressores dispararam uma chuva de rojões para emboscar as vítimas
Um dos ônibus pegou fogo
O trânsito na rodovia foi interrompido
Torcedores do Palmeiras emboscaram e espancaram cruzeirenses
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Material cedido ao Metrópoles
A torcida da Máfia Azul foi alvo do ataque
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A torcida da Máfia Azul foi alvo do ataque

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Os agressores dispararam uma chuva de rojões para emboscar as vítimas
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Os agressores dispararam uma chuva de rojões para emboscar as vítimas

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Um dos ônibus pegou fogo
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O trânsito na rodovia foi interrompido
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Como mostrado pelo Metrópoles, a organizada palmeirense teria monitorado e interceptado os cruzeirenses, que viajavam em dois ônibus na Rodovia Fernão Dias. Os torcedores mineiros voltavam de Curitiba, no Paraná, onde o Cruzeiro jogou em 26 de outubro contra o Athletico Paranaense e perdeu por 3 a 0.

Os membros da Mancha alvi Verde são investigados pela Polícia Civil e vão responder criminalmente por homicídio, incêndio, associação criminosa, lesão corporal e promover tumulto, assim como praticar ou incitar a violência em eventos esportivos. O Ministério Público de São Paulo (MPSP) também investiga a torcida organizada do Palmeiras como facção criminosa.

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