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São Paulo

Suspeito de esfaquear e matar mulher em SP é procurado pela polícia

Mulher de 35 anos foi encontrada em casa, na zona leste de SP, e levada ao hospital, mas não resistiu. Ela conhecia suspeito há 6 meses

07/07/2026 10:14, atualizado 07/07/2026 11:03
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Reprodução/ Polícia Civil
Suspeito de esfaquear e matar mulher em SP é procurado pela polícia

A Polícia Civil investiga a morte de uma mulher de 35 anos que foi esfaqueada dentro de casa na zona leste de São Paulo, na madrugada do último domingo (5/7). O suspeito (foto em destaque), Vinicius Brito, de 31 anos, é considerado foragido.

Segundo informações da Polícia Militar (PM), a equipe foi acionada para atender uma ocorrência na Avenida Miguel Ignácio Curi. Ao chegarem ao local, a vítima, Geysa Patez Soares (foto em destaque), havia sido socorrida pelo Samu. Ela chegou a ser levada ao Hospital Santa Marcelina, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Ela estava em casa quando sua filha, Nicolly Patez Soares Silva, ouviu gritos da mãe.

A polícia investiga Vinicius Brito por feminicídio. Nicolly contou à polícia ter visto o homem na residência pouco antes dos acontecimentos. Segundo a filha, o suspeito mantinha um relacionamento com Geysa e frequentava a casa esporadicamente.

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Uma amiga da vítima contou à polícia que, cerca de uma semana antes, Geysa confidenciou que estava se afastando de Vinicius, afirmando que ele a perseguia, comparecendo aos bares que ela frequentava e procurando encontrá-la em todos os lugares.

O caso foi registrado como feminicídio no 24º Distrito Policial da Ponte Rasa. Nesta terça-feira (7/7), a Justiça decretou a prisão temporária e diligências estão em andamento para localizar o suspeito.

Feminicídio tem alta de 30% em SP

O número de casos de feminicídio no estado de São Paulo cresceu 30,5% entre os meses de janeiro e abril de 2026 em comparação com o mesmo período em 2025, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Entre os meses observados neste ano, foram 107 casos registrados, frente aos 82 no ano anterior. Os números também mostram que o interior tem puxado a alta no feminicídio.