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São Paulo

Suspeito de recrutar membros para o Estado Islâmico é preso em SP

O preso é suspeito de administrar uma plataforma que, entre outras funções, recrutava brasileiros para o grupo terrorista Estado Islâmico

Enzo Marcus, Angélica Sales13/12/2024 17:11
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Comando VP190/ Divulgação
Imagem colorida de viatura da Polícia Federal. Metrópoles

São Paulo — Um homem de 44 anos foi preso, nesta sexta-feira (13/12), suspeito de administrar uma plataforma online de radicalização e recrutamento de pessoas para a organização terrorista Estado Islâmico. O suspeito foi detido em São Carlos, no interior de São Paulo.

Segundo o registro policial, obtido pelo Metrópoles, a plataforma era focada no recrutamento de brasileiros e promovia organizações terroristas, além de compartilhar materiais de doutrinação extremista, manuais de guerrilha, produção e a fabricação de “explosivos improvisados”. Ela era investigada pela Polícia Federal (PF) em uma ação chamada Operação Machete.

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Homem foi preso suspeito de recrutar brasileiros para o Estado Islâmico
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Inicialmente, o suspeito foi preso pela PM, mas foi encaminhado à PF
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Inicialmente, o suspeito foi preso pela PM, mas foi encaminhado à PF

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Homem foi preso suspeito de recrutar brasileiros para o Estado Islâmico
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Homem foi preso suspeito de recrutar brasileiros para o Estado Islâmico

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A reportagem ainda apurou que o suspeito defendia a presença de um califado – uma estrutura monárquica oriunda da Arábia Saudita que busca suceder o Estado Islâmico de Maomé – no Brasil e na América Latina e incentivava os apoiadores a jurarem lealdade à organização terrorista, em um juramento chamado de Bay’ah.

Inicialmente, o homem foi preso pela Polícia Militar. Os agentes notaram que o suspeito tinha um mandado de prisão em aberto e o encaminharam ao Distrito Policial de São Carlos.

Ao chegar na unidade, a corporação descobriu que se tratava de crimes relacionados a terrorismo, cuja investigação é de capacidade da Polícia Federal.

A PF foi acionada e então foi ao endereço do suspeito e apreendeu materiais que, segundo o registro policial, comprova as ligações do investigado com o estado islâmico, além de simulacros de arma de fogo, um facão e produtos químicos utilizados na fabricação de explosivos.

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