Suspeito de espancar a ex até a morte era alvo de medida protetiva

A mulher foi encontrada morta na noite de sábado, com sinais de espancamento. Ela tinha medida protetiva contra ele desde outubro de 2025

atualizado

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Polícia Militar/Divulgação
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1 de 1 Imagem colorida de viatura da Polícia Militar de São Paulo - Metrópoles - Foto: Polícia Militar/Divulgação

A mulher de 34 anos encontrada morta nua e com sinais de espancamento, na noite de sábado (31/1), na zona sul de São Paulo, já havia denunciado o ex-companheiro, e principal suspeito do crime, por agressões físicas e ameaça. Ela obteve uma medida protetiva em outubro do ano passado.

Segundo o boletim de ocorrência obtido pelo Metrópoles, a mulher contou, no dia 22 de outubro de 2025, que André de Lima Torres Pereira invadiu sua residência pela janela, cometeu os crimes e fugiu pelo mesmo local.

Além disso, o agressor já tinha duas passagens por violência doméstica contra outras duas mulheres. André ficou preso até 19 de abril de 2024, quando foi solto após um alvará. Ele estava foragido até o momento desta publicação.

Após matar a ex-companheira, ele teria fugido do local usando a motocicleta da mulher. Segundo o pai da vítima, o homem costumava usar a moto da mulher. O pai ainda contou que o casal tinha um relacionamento amoroso conturbado, e que André costumava ameaçar e agredir fisicamente a mulher. Na noite anterior ao crime, o casal teria tido uma briga.

O veículo usado pelo suspeito na fuga foi encontrado posteriormente na casa da mãe dele. As chaves e o capacete estavam na residência. Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, é possível que André tenha fugido do endereço após perceber a presença da polícia.


Mulher encontrada morta ao lado da filha

  • A mulher foi encontrada morta na noite desse sábado (31/1), dentro de um dos quartos da casa onde morava, na rua Joaquim de Almeida, no bairro Saúde, na zona sul de São Paulo.
  • De acordo com o registro policial, a vítima foi encontrada nua, coberta por lençol, apresentando sinais de agressão física.
  • No cômodo também estava a filha dela, uma criança de dois anos. A menina foi encontrada com vida, mas com indícios de ter sido abusada sexualmente.
  • Ela foi encaminhada à Unidade Pronto Atendimento (UPA) da Vila Mariana. Agora, a criança está sob os cuidados da avó materna, que foi orientada a procurar o Conselho Tutelar para regularizar a guarda da menina.
  • O nome das vítimas não será divulgado para preservar a identidade da criança, menor de idade.

O caso foi registrado como violência doméstica e feminicídio e está sendo investigado pela 2ª Delegacia da Defesa da Mulher (DDM).

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