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São Paulo

Professor filma o próprio pênis com celular de adolescente em SP

Professor de judô da Escola Estadual Jacomo Stavale aparece nas imagens que podem configurar assédio sexual

Rebeca Ligabue, Milena Vogado16/11/2025 15:54, atualizado 16/11/2025 16:34
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Material cedido ao Metrópoles
Professor de escola estadual de SP que pega celular de estudante adolescente e filma o próprio pênis - Metrópoles

Um professor da Escola Estadual Jacomo Stavale, no bairro Moinho Velho, zona sul de São Paulo, é acusado de assédio sexual por estudantes menores de idade. De acordo com relatos de alunos, ao vê-los mexer no celular, o docente frequentemente pega os aparelhos dos garotos e faz imagens do próprio pênis.

O professor de judô atua na unidade do Programa de Ensino Integral (PEI). Segundo o site da Secretaria da Educação do Estado (Seduc), o funcionário exerce o cargo com turmas da categoria “juvenil misto”.

Em um vídeo enviado ao Metrópoles, é possível ver que o grupo de adolescente está em uma arquibancada. O homem chega, pega o dispositivo eletrônico da mão de um dos meninos. Em seguida, o professor aponta a câmera para o próprio órgão genital e deixa o registro. Veja:

O que diz a Seduc

Por meio da Seduc, a Unidade Regional de Ensino Norte 1 informou que, ao tomar conhecimento do caso, imediatamente acionou o Protocolo 179 do Conviva SP, registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil, preservou as imagens internas e comunicou à Supervisão Educacional.

“O docente está afastado das atividades e a URE instaurou processo administrativo disciplinar para apuração rigorosa dos fatos. Os alunos envolvidos passaram por acolhimento inicial e serão acompanhados pela rede de proteção do Conviva SP”, destacou a pasta, em nota.

A unidade escolar e a URE se colocaram à disposição para prestar apoio necessário às famílias e também às autoridades de segurança para colaborar com as investigações.

O Metrópoles também tentou contato com o professor de judô, mas não obteve retorno, até a última publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.

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