Quem é Xuxa do Grau, influenciador foragido após operação policial

O influenciador é apontado pela operação como um dos cabeças de uma rede de divulgação e prática de crimes de trânsito nas redes sociais

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1 de 1 Imagem colorida de Influenciador Xuxa do Grau, foragido após operação policial. Metrópoles - Foto: Reprodução/ Redes Sociais

Apontado como um dos cabeças de uma rede de cooptação de jovens para praticar e divulgar graus de motos e outros crimes de trânsito, o influenciador Alexandre de Jesus Santos, conhecido nas redes sociais como Xuxa do Grau, está foragido após ser alvo de uma operação policial nesta terça-feira (9/12), em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

 

O influenciador acumulava quase 300 mil seguidores nas redes sociais e publicava algumas manobras de motocicleta. A página que era administrada por ele foi derrubada do Instagram e continuava fora do ar por volta das 13h desta terça-feira (9/12).

De acordo com o Tenente Coronel da Polícia Militar (PM) Luiz Eduardo Ulian Junqueira, comandante do batalhão responsável pela operação, há um mandado de prisão em aberto contra Xuxa, que até o momento desta publicação ainda não foi localizado.

Operação Grau

A ação, chamada de “Operação Grau”, acontece após a polícia perceber publicações nas redes sociais que mostraram jovens empinando motocicletas no anel viário norte-sul, em Ribeirão Preto. A partir da repercussão da prática na imprensa, as autoridades fizeram um levantamento de dados de perfis que curtiram as publicações e que estavam realizando a prática.

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Participaram da operação o Polícia Civil, Polícia Militar e o Ministério Público
Objetivo da operação era apreender motocicletas usadas nos crimes de trânsito como graus e rachas
Operação cumpriu 11 mandados de busca e apreensão e um de prisão
Motocicleta apreendida em operação
Operação deve se estender para outras fases
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Operação deve se estender para outras fases

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Participaram da operação o Polícia Civil, Polícia Militar e o Ministério Público
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Participaram da operação o Polícia Civil, Polícia Militar e o Ministério Público

Divulgação/ Polícia Militar do Estado de São Paulo
Objetivo da operação era apreender motocicletas usadas nos crimes de trânsito como graus e rachas
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Objetivo da operação era apreender motocicletas usadas nos crimes de trânsito como graus e rachas

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Operação cumpriu 11 mandados de busca e apreensão e um de prisão
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Operação cumpriu 11 mandados de busca e apreensão e um de prisão

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Motocicleta apreendida em operação
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Motocicleta apreendida em operação

Divulgação/ Polícia Militar do Estado de São Paulo

Em nota, a Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) do DEINTER 3 afirmou que a operação visa cumprir mandados de prisão temporária e apreensão domiciliar e investiga uma associação criminosa voltada à prática de crimes de trânsito e contra a paz pública, especificamente a realização de “rachas”, manobras perigosas (conhecidas como “grau”) e direção perigosa em rodovias e vias de grande circulação de Ribeirão Preto.

Três motocicletas foram apreendidas. Uma delas pertencia a um casal com quase mil seguidores nas redes sociais. Ao todo, 11 mandados de busca e apreensão domiciliar e um mandado de prisão foram cumpridos.

“É o começo de uma operação, porque ocorrerão alguns desdobramentos essa operação devido aos crimes conexos esse tipo de conduta, porque a partir do momento que as pessoas se aproveitam dessas divulgações em redes sociais, isso acaba constituindo uma verdadeira associação criminosa. Então a gente está iniciando as investigações, hoje foi a primeira operação e a gente espera aí responsabilizar criminalmente todas as pessoas envolvidas”, afirmou o Tenente Coronel Luiz Eduardo Ulian Junqueira.

Ainda segundo Junqueira, o Ministério Público já pediu uma indenização de R$ 300 mil contra as pessoas que divulgaram esses conteúdo de crimes de trânsito nas redes sociais.

Também participaram o BAEP de Ribeirão Preto, a Polícia Civil e o Ministério Público (MPSP).

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