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São Paulo

Quem é Penélope do PCC, líder da facção presa no litoral de São Paulo

Segundo a Polícia Civil, Ariane de Pontes Rolim, conhecida como Penélope ou Pandora, organizava o tráfico de drogas em Itanhaém, no litoral

Thomaz Molina, Enzo Marcus11/03/2026 12:54
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Material cedido ao Metrópoles
Imagem colorida de mulher presa, apontada como a Penélope do PCC. Metrópoles

Ariane de Pontes Rolim, conhecida como Penélope ou Pandora, tem 30 anos, e é apontada como liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) e integrante da disciplina da facção no litoral sul de São Paulo e no Vale do Ribeira. O setor de disciplina é responsável por aplicar punições àqueles que não cumprem as regras da organização criminosa.

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Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, conhecida como Penélope ou Pandora,
Perna tatuada de Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, conhecida como Penélope ou Pandora,
Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, conhecida como Penélope ou Pandora,
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Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, conhecida como Penélope ou Pandora,

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Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, conhecida como Penélope ou Pandora,
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Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, conhecida como Penélope ou Pandora,

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Perna tatuada de Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, conhecida como Penélope ou Pandora,
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Perna tatuada de Ariane de Pontes Rolim, de 30 anos, conhecida como Penélope ou Pandora,

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Ela foi presa na noite dessa segunda-feira (10/3) pela Polícia Civil. Segundo o delegado Bruno Lazaro, da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Itanhaém, Ariane atuava organizando o tráfico de drogas no Bairro Guapura. Ela foi presa no mesmo bairro, durante operação coordenada pela Dise.

Com Penélope foram apreendidos um caderno de anotações referente ao tráfico da região e um celular —  o aparelho é peça-chave na investigação, pois mostrou para as autoridades o método de acionamento do setor de disciplina do PCC.

A mulher presa apresentava um hematoma no olho direito. Em depoimento à polícia, ela contou que a marca foi resultado de uma briga familiar com uma prima na semana passada. Ela não resistiu à prisão.

Mensagens em grupos de conversa

Em grupos de conversa analisados no celular de Penélope, havia relatos de delitos envolvendo integrantes da facção, bem como a determinação de punições para aqueles considerados “culpados”.

O aparelho continha também imagens de homens baleados. Os registros do setor de disciplina teriam sido feitos para comprovar os castigos colocados em prática.

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