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São Paulo

Procurador de SP que abusou de filha de oito meses é preso pela PF

Procurador que abusou de filha bebê chegou a ser considerado foragido, mas foi localizado em hotel próximo ao Aeroporto de Congonhas

Repórter de São Paulo09/08/2025 09:45, atualizado 09/08/2025 16:14
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Divulgação/Polícia Federal
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Um procurador de Justiça de São Paulo foi preso pela Polícia Federal (PF), na tarde dessa sexta-feira (8/8), acusado de possuir, compartilhar e produzir material de abuso sexual infantil. A investigação mostrou que ele abusou sexualmente da filha, na época com apenas oito meses de idade.

O suspeito é alvo da Operação Kore 32, destinada a investigar crimes de estupro de vulnerável, além de posse, compartilhamento e produção de imagens de abuso sexual infantojuvenil pela internet.

Na primeira fase da operação, em 18 de junho, a PF apreendeu dispositivos com o homem.  A análise técnica dos equipamentos levou a Justiça Federal a expedir um mandado de prisão preventiva contra ele.


Prisão de procurador que abusou da própria filha bebê

  • Com o mandado de prisão expedido, os agentes tentaram localizar o procurador, mas ele não foi encontrado no endereço informado à Justiça, passando a ser considerado foragido.
  • Nessa sexta, com a deflagração da segunda fase da operação, o homem foi localizado em um hotel próximo ao Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo.
  • Ele foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo, onde permaneceu à disposição da Justiça.
  • A identidade do procurador não foi revelada.

PGE-SP abriu processo administrativo

A Procuradoria Geral do Estado de São Paulo (PGE-SP) informou que acompanha as investigações da Operação Kore 32 e instaurou procedimento administrativo que pode resultar na demissão do procurador.

“A Corregedoria e o Gabinete da Procuradora Geral mantêm contato permanente com as autoridades competentes, respeitando o sigilo legal, para garantir que todas as medidas adotadas estejam em plena conformidade com a legislação e com os princípios que regem a Administração Pública”, afirmou o órgão em nota.

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