“Problema de agenda” frustra reunião de Lula e Marta sobre Boulos

Lula quer trazer Marta Suplicy de volta ao PT e indicá-la como vice na chapa do deputado Guilherme Boulos à Prefeitura de SP em 2024

atualizado

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Imagem colorida mostra Marta Suplicy, mulher loira, de blusa cinza e camisa listrada, na frente de um fundo escuro, sorrindo - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra Marta Suplicy, mulher loira, de blusa cinza e camisa listrada, na frente de um fundo escuro, sorrindo - Metrópoles - Foto: Governo do Estado de São Paulo

São Paulo — O aguardado encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Marta Suplicy para oficializar o convite para a ex-prefeita voltar ao PT e ser vice do deputado federal Guilherme Boulos (PSol) na eleição à Prefeitura de São Paulo no ano que vem não ocorreu neste fim de semana por “problema de agenda” de ambos.

Marta, que é secretária de Relações Internacionais da gestão Ricardo Nunes (MDB), havia confirmado ao gabinete do prefeito que se encontraria com o presidente, segundo um auxiliar de Nunes. Ela já confirmou em um grupo de WhatsApp que havia conversado com Lula por telefone sobre a questão eleitoral.

Segundo petistas, o encontro ainda deve ocorrer e a intenção de Lula de voltar a ter Marta como correligionária não arrefeceu. A ideia de Lula convidar Marta a ser vice de Boulos foi antecipada pelo Metrópoles, no último dia 7/12.

Porém, a avaliação é que a aproximação deve ocorrer a passos mais lentos. Uma pessoa do entorno do presidente faz um paralelo com a aliança entre Lula e o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), que parecia improvável no começo e que só se concretizou depois de meses, quando os dois lados já havia digerido o plano.

No caso de Marta, há também a preocupação, por parte de petistas paulistanos, sobre como construir o desembarque dela da gestão Nunes, que tentará a reeleição no ano que vem tem Boulos como seu principal adversário. A ex-prefeita é uma das conselheiras políticas do prefeito e não haveria motivos explícitos para migrar para o grupo político adversário.

Uma das opções do grupo é aguardar uma novo gesto de Nunes em direção ao grupo de Jair Bolsonaro (PL) — o prefeito tenta, desde o começo do ano, contar com o apoio do ex-presidente para atrair votos do eleitor de direta.

Em meio a essas negociações, Marta deve participar, no fim da tarde desta segunda-feira (18/12), de uma reunião do secretariado de Nunes no gabinete do prefeito.

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