Prefeitura de SP tenta remover Choque do buraco no MorumBis
O blindado do Choque afundou após o chão de um dos acessos ao MorumBis ceder horas antes do show do cantor britânico Harry Styles

A Prefeitura de São Paulo tenta remover uma viatura do batalhão de Choque da Polícia Militar (PM), que afundou após o chão ceder em frente a um dos acessos ao estádio MorumBIS, onde ocorre o show do cantor britânico Harry Styles na noite desta sexta-feira (24/7). O episódio ocorreu próximo ao Portão 6 do estádio.
Um vídeo obtido pelo Metrópoles mostra o veículo com a traseira submergida na calçada. Em nota, o São Paulo Futebol Clube afirmou que a queda do blindado ocorreu em decorrência da obra pública de canalização do córrego Antonico e não possui ingerência sobre os trabalhos realizados.
“O ocorrido foi em decorrência da obra pública de canalização do córrego Antonico, cuja prestação de serviços está sendo realizada pela empresa DP Barros. O São Paulo não tem ingerência sobre o andamento desses trabalhos, mas está em contato com os agentes envolvidos para buscar uma resolução rápida e mitigar os problemas ocasionados pelo incidente”, escreveu o clube.
Procurada pela reportagem, a Polícia Militar (PM) informou que, durante o estacionamento do veículo especial Guardião na rampa do Portão 6 do MorumBis, o solo do local cedeu, fazendo com que uma das rodas do veículo ficasse presa. Não houve vítimas, tampouco danos a terceiros, conforme a corporação.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SP“Em uma análise inicial, verificou-se que o incidente decorreu do afundamento do pavimento, em área que passou recentemente por intervenções estruturais. Trata-se de local onde costumeiramente, o veículo permanece parado por razões operacionais. A Polícia Militar permanece à disposição para colaborar com os responsáveis pela administração do estádio e reforça que a ocorrência não comprometeu o policiamento nem as ações de segurança desenvolvidas no evento”, concluiu a PM.
O Metrópoles também entrou em contato com a Prefeitura de São Paulo e com o governo estadual, responsável pela obra, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço permanece aberto.













