Policial esposa de coronel achada morta sonhava em ver filha se formar

A uma amiga íntima, a policial militar Gisele Alves Santana disse que “não se via vivendo muitos anos” e pressentiu que morreria cedo

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Imagem colorida da policial militar Gisele Alves Santana - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida da policial militar Gisele Alves Santana - Metrópoles - Foto: Instagram/Reprodução

A policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta no apartamento onde morava com o marido, no Brás, centro de São Paulo, disse a uma amiga íntima que sonhava em ver a formatura da filha, de apenas 7 anos, ao pressentir que “morreria cedo”.

Na conversa, ela refletiu. “Não me vejo velhinha vivendo muitos anos. Eu digo sempre que queria ver a minha filha se formar, com quem ela vai namorar”.

Em um trecho do diálogo, em 2025, a policial morta repete a frase: “não sei se duro até lá. Eu acho que duro mais cinco anos, mais tarde 36 ou 37 anos”, disse. A policial tinha 32 anos.

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Gisele morreu no imóvel onde vivia com marido, no Brás, no centro de São Paulo
Gisele Alves Santana tinha 32 anos
Gisele Alves Santana tinha 32 anos
Caso foi tratado inicialmente como suicídio e, depois, alterado para morte suspeita
Gisele Alves Santana e o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos
Gisele Alves Santana foi encontrada morta em um apartamento no Brás
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Gisele Alves Santana foi encontrada morta em um apartamento no Brás

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Gisele morreu no imóvel onde vivia com marido, no Brás, no centro de São Paulo
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Gisele morreu no imóvel onde vivia com marido, no Brás, no centro de São Paulo

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Gisele Alves Santana tinha 32 anos

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Caso foi tratado inicialmente como suicídio e, depois, alterado para morte suspeita
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Caso foi tratado inicialmente como suicídio e, depois, alterado para morte suspeita

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Gisele Alves Santana e o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos
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Soldado da Polícia Militar, Gisele Alves Santana foi encontrada morta
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Gisele teria tentado se separar do tenente-coronel, mas estava em uma relação considerada abusiva por familiares
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Gisele teria tentado se separar do tenente-coronel, mas estava em uma relação considerada abusiva por familiares

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Ao longo da conversa, Karine Reis, amiga de Gisele, diz ter tido um sonho ao qual a policial morria e estava com o rosto machucado e reporta preocupação. A sequência do diálogo é da policial reforçando o pressentimento. “Eu tenho o pressentimento que vou morrer cedo”.

Gisele foi achada morta pelo marido, o tenente-coronel da Polícia Militar (PM), Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, com ferimento de arma de fogo, na manhã dessa quarta-feira (18/2), no apartamento onde viviam, no Brás. O caso inicialmente era tratado como suicídio, mas depois passou a ser investigado como morte suspeita.

A policial foi velada e enterrada nesta sexta-feira (20/2), em Suzano, na Grande São Paulo. A cerimônia foi marcada por consternação e pedidos por justiça. Amigos e familiares revelaram diversos acontecimentos, como a promoção ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), a qual Gisele comemorava, além de episódios violentos praticados pelo tenente-coronel.

Entre os pedidos feitos ao longo da cerimônia, os familiares reforçaram a necessidade de que câmeras de segurança do quartel onde a policial trabalhava sejam consultadas, seja exposto quem foi a pessoa a ligar para denunciar a morte e o “sumiço” de toalhas, roupa de cama e o tapete do apartamento, que teriam sido retirados pós a morte da policial.

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