Polícia apreende cerca de 3 toneladas de carne estragada em Campinas. Veja vídeo
Operação da Polícia Civil foi realizada em conjunto com a Vigilância Sanitária, em um depósito clandestino de carne no bairro DIC V
atualizado
Compartilhar notícia

A Polícia Civil apreendeu cerca de 3 toneladas de carnes vencidas e armazenadas em condições impróprias ao consumo em um depósito clandestino no bairro DIC V, em Campinas, interior de São Paulo.
A operação foi realizada pela polícia em conjunto com a Vigilância Sanitária na tarde de quarta-feira (29/4), após os agentes receberem uma denúncia anônima sobre o depósito. No local, um homem foi flagrado retirando volumes embalados e colocando em um veículo.
Abordado pelos policiais, ele autorizou a entrada no imóvel e na câmara fria do armazém. Lá, estava guardada uma grande quantidade de carnes, na maioria com prazo de validade vencido e em condições sanitárias precárias, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP).
Durante a ação, também foi apreendida uma porção de substância em pó, aparentemente utilizada como amaciante de carne. A Vigilância Sanitária foi acionada para adoção das medidas administrativas e descarte dos produtos. Também foi requisitada uma perícia ao Instituto de Criminalística (IC).
O homem encontrado no imóvel foi liberado após prestar depoimento. À polícia, ele afirmou que exercia apenas funções operacionais, como transporte e separação das mercadorias.
O caso foi registrado no 9º Distrito Policial de Campinas como crime contra as relações de consumo.
Operação similar em açougue na capital
No começo da semana, a Polícia Civil também prendeu em flagrante o dono de um açougue na zona leste da capital paulista. Ele foi autuado por armazenamento e comercialização de carnes estragadas no estabelecimento.
Segundo o boletim de ocorrência, a equipe foi acionada após denúncia de moradores da região, que relataram um cheiro forte de um local que funcionava como açougue clandestino.
No endereço indicado, na Avenida Vila Ema, os agentes encontraram uma câmara fria onde estavam armazenadas carnes sem identificação e sem informações sobre validade.
Durante a averiguação, os policiais descobriram outro endereço vinculado ao estabelecimento da Vila Ema, situado na Vila Tolstoi, onde mais carnes foram encontradas na mesma situação.








