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São Paulo

PM mata 2 pessoas e deixa outras 5 baleadas no Capão Redondo

Policiais militares dizem que foram alvos de disparos durante patrulhamento no Capão Redondo. Seis foram baleados. Nenhum PM se feriu

Repórter de São Paulo14/03/2026 13:53, atualizado 14/03/2026 19:44
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Reprodução/ Google Maps
Policiais militares foram alvos de disparos de arma de fogo durante patrulhamento no Capão Redondo. Seis foram baleados. Nenhum PM se feriu - Metrópoles

Uma troca de tiros com seis baleados deixou duas pessoas mortas na manhã deste sábado (14/3) no bairro do Capão Redondo, zona sul de São Paulo. De acordo com a Polícia Militar, PMs faziam patrulhamento na Rua Póvoa de Varzim, perto de um baile funk, quando foram alvos de disparos de arma de fogo e se defenderam, revidando a agressão.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os agentes foram recebidoa a tiros por um homem em uma moto e revidaram para se defender. O motociclista teria fugido a pé, mas outras pessoas atiraram contra os PMs que, novamente, revidaram.

Nenhum PM ficou ferido durante a ocorrência.

O motociclista que teria iniciado a troca de disparos fugiu do local, deixando para trás uma passageira ferida e um revólver calibre .32. Ainda não se sabe se outras pessoas também atiraram.

Os feridos foram socorridas em unidades de saúde da região: Pronto-Socorro Macedônia, Hospital Geral do Pirajussara, Hospital do Campo Limpo. Dois deles morreram durante o atendimento.

Um sétimo homem ferido por arma de fogo foi localizado depois no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP). Ele é suspeito de ser o piloto da motocicleta que fez o primeiro disparo contra os policiais militares.

No local da ocorrência, segundo a SSP, foram apreendidos um revólver calibre .32, munições de pelo menos duas armas e a motocicleta com sinais identificadores suprimidos – sem placas e com numerações de motor e chassi raspados.

A ocorrência foi apresentada no 47º Distrito Policial (Capão Redondo), com acompanhamento do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

As circunstâncias da intervenção policial são investigadas pela Polícia Civil e Polícia Militar, por meio de procedimento de Polícia Judiciária Militar, com acompanhamento das respectivas corregedorias, diz a secretaria da segurança.

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