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PCC teria alugado casa vizinha à de promotor para planejar assassinato

Criminosos teriam alugado imóvel a menos de 1 km do condomínio onde Gakiya vive. Informação foi revelada pelo próprio promotor em coletiva

atualizado

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Reprodução/ CNN
promotor lincoln gakiya
1 de 1 promotor lincoln gakiya - Foto: Reprodução/ CNN

Criminosos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) teriam alugado uma casa vizinha à do promotor do Ministério Público de São Paulo (MPSP) Lincoln Gakiya para planejar o assassinato dele. A informação foi revelada pelo próprio promotor, durante coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira (24/10).

“Havia também uma casa que foi provavelmente foi alocada justamente para facilitar esse acompanhamento a cerca de 900 metros do condomínio que eu resido”, disse Gakiya.
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Roberto Medina, coordenador de presídios na zona oeste de SP
Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo
Promotor de Justiça Lincoln Gakiya
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Promotor de Justiça Lincoln Gakiya

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Roberto Medina, coordenador de presídios na zona oeste de SP
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Roberto Medina, coordenador de presídios na zona oeste de SP

Reprodução
Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo
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Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo

Divulgação/Polícia Civil

O MPSP e a Polícia Civil de São Paulo realizaram uma operação nesta sexta contra integrantes do PCC suspeitos de planejarem o assassinato do promotor, principal investigador da organização criminosa dentro do MPSP, e do coordenador de presídios Roberto Medina.

Mandados de busca e apreensão foram realizados nas cidades de Presidente Prudente (11), Álvares Machado (6), Martinópolis (2), Pirapozinho (2), Presidente Venceslau (2), Presidente Bernardes (1) e Santo Anastácio (1), todas no interior de São Paulo.


O que já se sabe

  • As investigações apontaram a existência de uma célula do crime organizado estruturada de forma compartimentada e “altamente disciplinada”.
  • O grupo era encarregado de realizar levantamentos detalhados da rotina de autoridades públicas e de seus familiares, “com a clara finalidade de preparar atentados contra esses alvos previamente selecionados”, segundo o MPSP.
  • Os suspeitos haviam identificado, monitorado e mapeado os hábitos diários de autoridades.
  • “A célula operava sob rígido esquema de compartimentação, no qual cada integrante desempenhava uma função específica, sem conhecer a totalidade do plano, o que dificultava a detecção da trama”, afirma a promotoria.
  • Gakiya e Medina eram monitorados pelos criminosos, inclusive com o uso de drones. Tanto o promotor, quanto o diretor, no entanto, contam com escolta para protegê-los.

 

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