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São Paulo

Parada no semáforo, mulher é morta a tiros pelo ex-companheiro

Marcelo Lucas de Souza Amaral teve a prisão em flagrante convertida em preventiva após matar a ex-namorda Luene Vitória Moraes de Oliveira

23/03/2026 22:25
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Reprodução / Redes Sociais
Marcelo Lucas de Souza Amaral teve a prisão em flagrante convertida em preventiva após matar a ex-namorda Luene Vitória Moraes de Oliveira - Metrópoles

Marcelo Lucas de Souza Amaral, de 25 anos, é investigado por efetuar os disparos que mataram a ex-companheira, Luene Vitória Moraes de Oliveira, de 24, na madrugada do último domingo (22/3), em Bragança Paulista, interior de São Paulo. Segundo as apurações, a jovem estava dentro de um carro, parada em um semáforo no bairro Matadouro, quando foi surpreendida pelos tiros.

Nesta segunda-feira (23/3), durante audiência de custódia, a Justiça decidiu converter a prisão em flagrante de Marcelo em preventiva. Com isso, ele permanecerá detido enquanto as investigações prosseguem.

De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta de 1h15, após uma discussão entre a vítima e um motociclista. Luene dirigia o veículo quando teria se desentendido com Marcelo Lucas , que estava em uma moto e carregava uma mochila de entregas. Em determinado momento, quando o carro parou em um semáforo, o suspeito efetuou vários disparos contra a jovem e fugiu em seguida.

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Uma testemunha que presenciou a cena acionou a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas Luene não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A mulher foi atingida por disparos no rosto.

Com base em imagens de câmeras de segurança e na identificação da placa da motocicleta, a polícia chegou ao principal suspeito: o ex-companheiro da vítima, Marcelo Lucas de Souza Amaral. Ele foi localizado e preso pela PM pouco tempo após o crime.

O caso foi registrado na Delegacia Seccional de Bragança Paulista, que conduz as investigações. A Polícia Civil trabalha para esclarecer todos os detalhes do caso e confirmar a motivação do crime, que é tratado, como feminicídio.

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