Mulher morre após ser agredida pelo companheiro e liberada de hospital

Rodrigo Clécio era procurado da Justiça Federal e foi preso por feminicídio. Ele deu socos na companheira, com quem tinha um filho pequeno

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Mulher negra com brincos de argola ao lado de homem branco com boné branco - Metrópoles
1 de 1 Mulher negra com brincos de argola ao lado de homem branco com boné branco - Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes sociais

Uma mulher morreu após ser agredida pelo companheiro em São Miguel, na zona leste de São Paulo, na última segunda-feira (23/3). Rodrigo Clécio Gomes Ferreira, de 38 anos, era procurado da Justiça Federal e foi preso em flagrante por feminicídio.

As agressões aconteceram na casa onde o casal morava, no último domingo (22/3). A Polícia Militar foi acionada para uma ocorrência de desentendimento. No local, os agentes foram informados de que Simone Aparecida, de 42 anos, havia sido agredida com diversos socos pelo companheiro. O homem ainda teria impedido que uma equipe do Samu prestasse socorro à vítima.

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Rodrigo Clécio foi preso após agredir companheira com socos. Ela morreu no dia seguinte
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A mulher apresentava sinais de gravidade e foi socorrida na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Tito Lopes, com contusões na costela. Rodrigo foi preso e encaminhado para o 63° Distrito Policial (Vila Jacuí).

Simone prestou depoimento à polícia por telefone enquanto estava no hospital. Ela relatou que vivia em união estável com Rodrigo há cinco anos. O casal tem um filho de 1 ano e 4 meses. A vítima disse que já havia sido agredida em outras ocasiões.

No dia do crime, Rodrigo chegou em casa embriagado e passou a dar vários socos na companheira, atingindo a região do abdômen e das costelas, de acordo com o depoimento. Simone pediu à polícia uma medida protetiva contra o homem, por temer pela própria integridade física.

Ela foi liberada da unidade de atendimento e retornou para casa em uma cadeira de rodas. No entanto, no dia seguinte, voltou a sentir dores e foi levada ao Hospital do Planalto. Simone não resistiu aos ferimentos e morreu.

O caso foi registrado como violência doméstica e feminicídio. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a Polícia Civil representou pela conversão da prisão em preventiva.

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