Mulher atropelada e dada como morta recebe alta após 19 dias em SP

Fernanda Policarpo foi atropelada enquanto transitava pela Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, em Bauru, no interior de São Paulo

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Colagem colorida com fotos do corredor do hospital onde mulher atropelada estava internada - Metrópoles
1 de 1 Colagem colorida com fotos do corredor do hospital onde mulher atropelada estava internada - Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes sociais e HBB

Fernanda Cristina Policarpo, a mulher atropelada por um carro e dada como morta por engano, recebeu alta médica do Hospital de Base de Bauru (HBB), nessa quinta-feira (5/2). Ela passou 19 dias internada, sendo nove deles em leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A mulher tratava um politrauma grave desde o dia 18 de janeiro, quando foi atropelada na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, em Bauru, no interior de São Paulo. No local do acidente, uma médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a declarar a vítima morta, mas ela foi reanimada por outro médico momentos depois e levada ao hospital.

Segundo registro da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o condutor de uma SUV (Tracker) trafegava pela faixa de rolamento quando Fernanda atravessou a rodovia de forma repentina. O condutor alegou que não teve tempo hábil de frear ou desviar, resultando no atropelamento da pedestre.

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Mulher é atropelada em rodovia de Bauru, no interior de SP, é considerada morta pelo Samu e reanimada logo depois
Após ser dada como morta, a mulher permaneceu na pista coberta por manta térmica até um segundo médico notar seus movimentos respiratórios
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Após ser dada como morta, a mulher permaneceu na pista coberta por manta térmica até um segundo médico notar seus movimentos respiratórios

Reprodução/Conecta Bauru
Mulher é atropelada em rodovia de Bauru, no interior de SP, é considerada morta pelo Samu e reanimada logo depois
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Mulher é atropelada em rodovia de Bauru, no interior de SP, é considerada morta pelo Samu e reanimada logo depois

Reprodução/Artesp

Após 19 dias de tratamento, a mulher está em casa com a família e deverá seguir com acompanhamento médico. O quadro clínico era avaliado como complexo pela equipe médica, mas ela não corre mais risco de morte.


O que aconteceu

  • Fernanda Cristina Policarpo, de 29 anos, foi atropelada enquanto atravessava a Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Bauru, São Paulo, no dia 18 de janeiro de 2026.
  • O motorista relatou que ela entrou repentinamente na pista, sem tempo de evitar o impacto.
  • Ao chegar ao local, a equipe do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) constatou o óbito de Fernanda e a declarou morta.
  • O corpo foi coberto com manta térmica, e a rodovia chegou a ser interditada, com acionamento do Instituto Médico Legal (IML) para remoção.
  • Poucos minutos depois, um médico da concessionária que administra a rodovia percebeu que a mulher ainda apresentava sinais vitais e respiração.
  • Ele iniciou imediatamente manobras de reanimação (incluindo massagem cardíaca) e a salvou, antes que ela fosse levada ao hospital.
  • Fernanda foi levada ao Pronto-Socorro Central de Bauru e depois transferida para o Hospital de Base de Bauru, onde ficou internada na UTI em estado grave.
  • O boletim médico registrou politrauma e múltiplos ferimentos, e ela recebeu cuidados intensivos.
  • A médica do SAMU que declarou o óbito foi afastada preventivamente enquanto a Prefeitura de Bauru abriu sindicância para investigar o atendimento.
  • O caso também passou por investigação da Polícia Civil e está sendo analisado por conselhos médicos.
  • Após cerca de 19 dias internada, Fernanda recebeu alta hospitalar no dia 5 de fevereiro de 2026.

Nesta quinta, o HBB publicou uma nota de comemoração pela alta médica da paciente. A saída foi marcada por aplausos e emoção, com um corredor humano formado por profissionais que acompanharam a recuperação de Fernanda.

“A equipe deseja que Fernanda revigore suas energias, siga em recuperação e tenha uma vida plena e feliz”, destacou a unidade de saúde.

A Polícia Civil investiga o atropelamento, que foi registrado como lesão corporal culposa na direção de veículo. O motorista parou para prestar socorro à vítima e também testou negativo para embriaguez.

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