Mulher arrastada por carro ainda respira com aparelhos, diz irmã

Irmã de mulher comentou nas redes sociais que os médicos diminuíram a sedação de Tainara, mas ela continua respirando com ajuda de aparelhos

atualizado

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irmã mulher arrastada por carro respira aparelhos
1 de 1 irmã mulher arrastada por carro respira aparelhos - Foto: Instagram/Reprodução

A irmã de Tainara Souza Santos, que foi atropelada e arrastada pelo ex na Marginal Tietê, na zona norte de São Paulo, no último sábado (29/11), comentou nas redes sociais uma atualização do quadro de saúde da mulher. Segundo a parente, a vítima “impactou os médicos com a reação” após a diminuição na sedação.

Quadro de Tainara Souza Santos, de 30 anos, segue estável. Ela foi arrastada por um carro na Marginal Tietê, em São Paulo, no sábado (29/11) - Metrópoles

Segundo Tatiana, irmã de Tainara, após a equipe médica amenizar a sedação, a mulher chegou a responder a um estímulo da mãe. “Minha mãe disse ‘se você estiver me escutando aperta minha mão’ e minha irmã apertou a mão dela”. A vítima ainda respira com ajuda dos aparelhos, mas o quadro é considerado estável, mas continua entubada pela gravidade do caso.

Ao Metrópoles, os familiares disseram que na terça-feira (2/12) Tainara passou por dois procedimentos: uma cirurgia para inserção de pinos no quadril e uma colostomia, ambas bem-sucedidas. Na nova atualização no quadro de saúde feita pela irmã, o enxerto ainda não foi feito e ainda não há data marcada para o procedimento.

Tainara Souza Santos precisou ter as duas pernas amputadas após ser arrastada por cerca de 1 quilômetro na Marginal por Douglas Alves da Silva, o ex-companheiro.

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O crime ocorreu na Marginal Tietê, na zona norte de São Paulo, em 29 de novembro
Depois da tentativa de feminicídio, a vítima teve as duas pernas amputadas
O rapaz que dirigia o carro era Douglas Alves da Silva, ex de Tainara
Douglas Alves da Silva chegando a delegacia após audiência de custódia
Tainara Souza Santos foi atropelada e arrastada pelo ex
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Tainara Souza Santos foi atropelada e arrastada pelo ex

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O crime ocorreu na Marginal Tietê, na zona norte de São Paulo, em 29 de novembro
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O crime ocorreu na Marginal Tietê, na zona norte de São Paulo, em 29 de novembro

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Depois da tentativa de feminicídio, a vítima teve as duas pernas amputadas
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Depois da tentativa de feminicídio, a vítima teve as duas pernas amputadas

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O rapaz que dirigia o carro era Douglas Alves da Silva, ex de Tainara

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Douglas Alves da Silva chegando a delegacia após audiência de custódia
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Douglas Alves da Silva chegando a delegacia após audiência de custódia

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Amigo contraria versão de ex

O amigo de Douglas Alves da Silva, que foi preso por atropelar e arrastar Tainara, afirmou em depoimento à polícia que o agressor e a vítima haviam terminado um relacionamento pouco tempo antes do crime. Tal argumento contraria a versão de Douglas, que chegou a dizer que desconhecia Tainara.

Discussão antes do crime

A testemunha, Kauan Silva Bezerra, estava dentro do carro usado por Douglas para atropelar e arrastar a ex. O amigo contou à polícia que foi com o suspeito a um bar momentos antes do crime e, no local, encontraram a mulher conversando com outro rapaz. Douglas, então, teria ficado “enfurecido”.

Vítima arrastada na Marginal

Câmeras de segurança flagraram o momento em que Tainara é atropelada e arrastada por Douglas. Nas imagens, é possível ver que ela andava acompanhada de outro rapaz quando foi atingida por um carro preto. A cena é forte.

Suspeito preso

Douglas chegou a afirmar que foi vítima de agressões e torturas de policiais no momento de sua prisão. Segundo o boletim de ocorrência, ele teria tentado pegar a arma de um agente e acabou baleado no braço esquerdo. Ele foi levado ao Hospital Municipal Vila Alpina, onde recebeu atendimento médico.

A defesa do suspeito, no entanto, afirma que “o acusado não recebeu qualquer atendimento, permanecendo com a ferida aberta, expondo-se a risco concreto e iminente de infecção”. Os advogados alegam, ainda, que o homem “sequer foi medicado”.

Procurada pelo Metrópoles, a Polícia Civil afirmou que a abordagem ao autor cumpriu todos os requisitos necessários e foi realizada “dentro dos parâmetros de legalidade”.

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