MPSP arquiva denúncia de crime sexual contra vereador de Mauá

MPSP não encontrou evidências de crime; Geovane Correa (PT) dizia ser alvo de campanha de difamação de vereador de oposição de Mauá

atualizado

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Câmara de Mauá
homem discursa para a Câmara de Mauá
1 de 1 homem discursa para a Câmara de Mauá - Foto: Câmara de Mauá

São Paulo — O Ministério Público de São Paulo (MPSP) arquivou nessa quarta-feira (17/4) a denúncia de um suposto crime sexual cometido pelo vereador e presidente da Câmara Municipal de Mauá, no interior de São Paulo, Geovane Correa (PT).

A denúncia acusava Geovane de ter enviado fotos íntimas suas a uma menor de idade durante uma sessão da Câmara, em 2021. A história veio à tona em março deste ano, após uma acusação feita pelo também vereador, Sargento Simões (PL). A repercussão levou Geovane a pedir licença do cargo público por 31 dias.

Na época da denúncia, Geovane afirmou pelas redes sociais que estava sendo alvo de uma “narrativa caluniosa e difamatória”. Segundo ele, seu celular havia sido roubado em 2021: “Meu celular foi hackeado por criminosos os quais tentaram me extorquir naquela época onde registrei BO, e recentemente divulgaram conteúdo íntimo e pessoal em grupos de internet”.

Segundo o MPSP, o caso foi arquivado após as investigações não terem encontrado nenhum elemento que comprovasse a denúncia. O órgão disse ainda que não localizou a vítima do suposto crime nem conseguiu comprovar que as fotos íntimas em questão pertenciam ao acusado. Agora, o arquivamento eventual segue para homologação da Justiça.

O Metrópoles procurou os vereadores Geovane Correa e Sargento Simões para que se manifestassem sobre o caso. Nenhum deles respondeu até a publicação desta reportagem, mas o espaço segue aberto.

Condenação em Itapeva

Nessa quarta-feira (17/4) o MPSP julgou outro caso envolvendo um ex-vereador e ex-secretário de Itapeva.

O homem teria tentado beijar uma servidora dentro de um prédio público e foi considerado culpado por importunação sexual. Ele foi condenado a 4 meses de reclusão em regime aberto, que poderão ser substituídos pelo pagamento de três salários mínimos à vítima.

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