À moda inglesa: por que trens da Linha 7-Rubi andam pela esquerda

Circulação em mão inglesa é uma herança da empresa que fundou a linha, ainda no século XIX, e teve como inspiração a cidade de Londres

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À moda inglesa: por que trens da Linha 7-Rubi andam pela esquerda
1 de 1 À moda inglesa: por que trens da Linha 7-Rubi andam pela esquerda - Foto: Reprodução

A Linha 7-Rubi possui uma característica incomum em sua operação, se comparada às ferrovias que circulam atualmente no Metrô de São Paulo. Além de ser a maior linha em extensão do estado, percorrendo da estação Palmeiras-Barra Funda à Jundiaí, ela também é a única com circulação de trens em mão inglesa.

Isso quer dizer que os trens transitam entre os trilhos pela via da esquerda, ao contrário das demais linhas do sistema metroferroviário que utilizam a via da direita.

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Mudança na operação dos trens exigiria a reconfiguração completa de toda lógica operacional da linha e dos sistemas ferroviários
Circulação em mão inglesa é uma herança da empresa que fundou a linha, ainda no século XIX, e teve como inspiração a cidade de Londres
Trens da linha operam pela via da esquerda ao contrário do padrão em SP
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Trens da linha operam pela via da esquerda ao contrário do padrão em SP

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Mudança na operação dos trens exigiria a reconfiguração completa de toda lógica operacional da linha e dos sistemas ferroviários
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Mudança na operação dos trens exigiria a reconfiguração completa de toda lógica operacional da linha e dos sistemas ferroviários

Circulação em mão inglesa é uma herança da empresa que fundou a linha, ainda no século XIX, e teve como inspiração a cidade de Londres
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Circulação em mão inglesa é uma herança da empresa que fundou a linha, ainda no século XIX, e teve como inspiração a cidade de Londres

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Essa característica foi herdada pela empresa que implementou a ferrovia no trecho, a São Paulo Railway, ainda no século XIX. O funcionamento diferenciado seguiu o modelo do Reino Unido, e permanece como parte da identidade da linha até os dias atuais.

A configuração foi mantida pois uma eventual mudança exigiria o desmonte completo de toda a lógica operacional da linha, e também do sistema ferroviário. O processo de transição do modelo teria alta complexidade, além de alto custo, e não apresentaria impacto direto na experiência dos passageiros.

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