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São Paulo

Menino esquartejado era autista e ficou 30 minutos sozinho com irmão

Caio, 7 anos, era autista e ficou em casa com o irmão enquanto a mãe saiu para trabalhar, diz família; irmão confessou o crime, diz polícia

28/09/2023 09:28, atualizado 28/09/2023 13:17
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Reprodução/TV Record
Foto colorida de garoto moreno sorrindo - Metrópoles

São Paulo — O menino de 7 anos que foi encontrado morto esquartejado debaixo da cama do irmão, no Jardim Ângela, zona sul de São Paulo, era autista e ficou cerca de 30 minutos em casa com o irmão. Guilherme França Alcântara, de 19 anos, confessou à polícia que matou Caio, seu irmão mais novo. Ele foi preso nessa quarta-feira (27/9).

De acordo com reportagem da TV Record, na terça-feira (26/9), a mãe de Caio saiu para trabalhar e deixou o filho caçula aos cuidados do irmão dele. O pai chegaria do trabalho logo em seguida. Segundo a família, o intervalo entre a saída da mãe e a chegada do pai foi de 30 minutos. A suspeita é que Guilherme tenha cometido o assassinato nesse período.

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Ao chegar do trabalho, o pai não encontrou Caio, e seu irmão teria dito que não sabia onde ele estava. Em entrevista, a mãe disse que chegou a pensar que o garoto a tinha seguido na rua, porque mais cedo ele havia perguntado se poderia acompanhá-la ao trabalho.

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Caio tinha 7 anos e era autista
Mãe saiu para trabalhar pela manhã; ao contrário da suspeita inicial, Caio não aparece seguindo a mãe
Família espalhou cartazes na região com fotos de Caio, até então desaparecido
Guilherme França, de 19 anos, confessou à polícia que matou e esquartejou o irmão mais novo
Polícia encontrou caderno com anotações sobre como cometer assassinatos
Menino Caio, de 7 anos, que teria sido morto pelo irmão em São Paulo
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Menino Caio, de 7 anos, que teria sido morto pelo irmão em São Paulo

Reprodução/TV Record
Caio tinha 7 anos e era autista
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Caio tinha 7 anos e era autista

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Mãe saiu para trabalhar pela manhã; ao contrário da suspeita inicial, Caio não aparece seguindo a mãe
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Mãe saiu para trabalhar pela manhã; ao contrário da suspeita inicial, Caio não aparece seguindo a mãe

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Família espalhou cartazes na região com fotos de Caio, até então desaparecido
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Família espalhou cartazes na região com fotos de Caio, até então desaparecido

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Guilherme França, de 19 anos, confessou à polícia que matou e esquartejou o irmão mais novo
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Guilherme França, de 19 anos, confessou à polícia que matou e esquartejou o irmão mais novo

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Polícia encontrou caderno com anotações sobre como cometer assassinatos
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Polícia encontrou caderno com anotações sobre como cometer assassinatos

Reprodução/TV Record

Porém, imagens de uma câmera de segurança divulgadas pela emissora mostram que, depois que a mãe passa pela rua, o garoto não realizou o mesmo trajeto em momento algum.

Desaparecimento

Caio foi dado como desaparecido, e os pais acionaram a polícia. Policiais do 100º DP (Jardim Herculano) afirmaram que, durante as investigações do desaparecimento, a equipe sentiu um cheiro bastante forte vindo de um dos quartos da casa da família. Os policiais pediram a permissão dos pais do garoto para verificar o local. Durante a vistoria, os agentes encontraram um saco preto com pedaços do corpo de Caio.

O suspeito foi interrogado e, segundo os policiais civis, confessou ter matado o próprio irmão. De acordo com os investigadores, o rapaz não demonstrou arrependimento e teria dito que cometeu o crime apenas porque queria matar alguém.

No local, havia um facão que teria sido usado no assassinato. Segundo a Record, os policiais também encontraram um caderno com anotações sobre “como cometer um assassinato”.