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São Paulo

Ligação com PCC: musa da Gaviões da Fiel é denunciada pelo MPSP

Apenas 5 dias após o desfile de Carnaval, Natacha Horana foi acusada de integrar um esquema de lavagem de dinheiro da facção

20/02/2026 18:26, atualizado 20/02/2026 19:33
@natachahorana/Instagram/Reprodução
Natacha Horana, musa da Gaviões da Fiel, denunciada pelo Ministério Público por envolvimento com o PCC - Metrópoles

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou a bailarina Natacha Horana, musa da escola de samba Gaviões da Fiel, por suspeita de envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) oficializou a acusação nessa quinta-feira (19/2), apenas cinco dias após o desfile no Anhembi.

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Ela foi denunciada pelo Ministério Público por envolvimento com o PCC
A Gaviões foi vice-campeã do carnaval de 2026 em São Paulo
Natacha Horana, musa da Gaviões da Fiel
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Natacha Horana, musa da Gaviões da Fiel

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Ela foi denunciada pelo Ministério Público por envolvimento com o PCC
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Ela foi denunciada pelo Ministério Público por envolvimento com o PCC

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A Gaviões foi vice-campeã do carnaval de 2026 em São Paulo
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A Gaviões foi vice-campeã do carnaval de 2026 em São Paulo

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Musa da Gaviões

Segundo o Ministério Público, Natacha Horana manteve relacionamento com um dos líderes da organização criminosa. Ela é acusada de ocultar e dissimular bens que teriam sido comprados com recursos provenientes de fraudes do PCC. A musa tem cerca de 1 milhão de seguidores nas redes sociais.

A Gaviões foi vice-campeã entre as escolas de samba do Carnaval deste ano em São Paulo. O desfile das ganhadoras ocorrerá neste sábado (21/2).

O que diz a defesa

Procurada pelo Metrópoles, a defesa de Natacha afirmou que “recebe com surpresa a notícia de que ela teria sido alvo de denúncia ofertada pelo Ministério Público de São Paulo”.

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“Em que pese não tenhamos tido acesso aos autos, a denúncia ofertada repete fatos já sob apuração no estado do Rio Grande do Norte, em patente violação à proibição de dupla imputação, expediente em que se aguarda e se confia na declaração da absolvição”, destacou, em nota.

Em relação às acusações, os advogados do escritório Bialski alegaram que a cliente foi “injustamente envolvida em investigação apenas porque, anos atrás, acabou se relacionando amorosamente com uma das pessoas investigadas”. No entanto, de acordo com a defesa, Natacha “jamais praticou qualquer ato ilícito, direto, indireto ou colaborativo”.