Lei torna obra de Mauricio de Souza patrimônio imaterial de São Paulo
Ricardo Nunes sanciona lei que reconhece obra de Mauricio de Souza, criador da Turma da Mônica, como patrimônio cultural imaterial da cidade
atualizado
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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), sanciona, nesta segunda-feira (1°/12), a lei que reconhece oficialmente a obra do escritor e cartunista Mauricio de Souza como patrimônio cultural imaterial da cidade. A solenidade está prevista para acontecer no Edifício Matarazzo, sede da prefeitura, às 10h15.
A iniciativa foi aprovada por unanimidade em votação na Câmara Municipal no início de novembro. Segundo a gestão municipal, a lei “destaca a relevância cultural da Turma da Mônica e de todo o universo criado pelo artista, que tem trajetória profundamente ligada à capital paulista”.
Nascido em 27 de outubro de 1935, em Santa Isabel, na região metropolitana de São Paulo, o artista viveu em Mogi das Cruzes, também na Grande São Paulo, até os 19 anos, quando se mudou para São Paulo e passou a trabalhar escrevendo reportagens policiais e fazendo ilustrações.
Em 1959, Mauricio publicou sua primeira tira em jornal, protagonizada pelo cãozinho Bidu e seu dono Franjinha. Na sequência, surgiram outros personagens icônicos, como Cebolinha, Magali, Cascão e Chico Bento, que viriam a compor a Turma da Mônica.
