Irmã confirma que corpo encontrado em Ilhabela é de homem desaparecido
Corpo de Dheorge Pereira foi encontrado em Ilhabela na manhã desta segunda (1°/6), de acordo com sua irmã, Lorrane
atualizado
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O corpo de Dheorge Pereira Bernardino, de 28 anos, que desapareceu após sair para um passeio de moto aquática em Ilhabela, no litoral de São Paulo, há mais de uma semana, foi encontrado pelo Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) na manhã desta segunda-feira (1°/6).
A informação da morte foi confirmada pela irmã de Dheorge, Lorrane, em suas redes sociais. Ainda não há informações sobre o local em que o corpo foi encontrado. “Com o coração partido, comunico que meu irmão foi encontrado. Infelizmente, devido ao estado em que se encontra, a confirmação oficial ainda dependerá de exames de DNA e arcada dentária”, afirmou a irmã.
O Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar) já havia comunicado que encontrou um corpo na manhã desta segunda (1°/6). Em comunicado oficial, porém, o GBMar afirmou que não pode confirmar a identidade do homem desaparecido pois não houve reconhecimento formal nem comprovação pelo IML.
Na manhã desse domingo (31/5), o GBMar já havia estendido a operação de buscas pelo homem desaparecido, com três embarcações, dois botes e uma lancha, e oito militares empenhados. A Marinha do Brasil também atuava com duas embarcações tripuladas por sete agentes, além do apoio de uma aeronave.
Desaparecimento
Dheorge e a colega Bruna Damaris desapareceram no final da tarde do último domingo (24/5). A mulher foi resgatada na terça-feira (26/5) após quase 48 horas à deriva em alto-mar.
Bruna se pronunciou em seu perfil do Instagram na tarde de sexta-feira (29/5). Ela disse que já esclareceu os fatos em depoimento à polícia e que ainda não teve oportunidade de conversar com a família de Dheorge.
Bruna afirmou que ela e Dheorge se conheceram na lancha em que estavam antes de saírem para o passeio e que quem estava na embarcação viu o momento em que os dois deixaram o veículo juntos.
A mulher, de 26 anos, também disse que a moto aquática começou a afundar depois que foi invadida pela água. “Era impossível ficar segurando. A correnteza estava forte e levando a gente para o mar aberto”, contou Bruna.











