Donos de barcos organizam ajuda em buscas por desaparecido em Ilhabela
Grupo usará os próprios barcos e motos aquáticas para ajudar nas buscas por Dheorge Pereira, desaparecido há uma semana após passeio em mar
atualizado
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Um grupo de donos de motos aquáticas e embarcações decidiu se reunir, na manhã deste domingo (31/5), para ajudar nas buscas por Dheorge Pereira Bernardino, que desapareceu durante um passeio de moto aquática em Ilhabela, no litoral de São Paulo, há uma semana.
A ação voluntária foi organizada pelo grupo Alcatrazes Jet Club e divulgada nas redes sociais pelo prefeito da cidade, Felipe Augusto (PSDB). O grupo partiu da Marina Alcatrazes, em Porto Grande. “Se você possui equipamento náutico e pode contribuir de alguma forma, sua presença pode fazer a diferença”, diz o texto.
Paralelamente, as buscas oficiais entram no sétimo dia na manhã deste domingo, após uma nova avaliação do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) estender a operação. Serão três embarcações — dois botes e uma lancha — e oito militares empenhados. A Marinha também atuará com duas embarcações, tripuladas por sete agentes, além do apoio de uma aeronave.
Desaparecimento
Dheorge e a colega Bruna Damaris desapareceram no final da tarde do último domingo (24/5). A mulher foi resgatada na terça-feira (26/5) após quase 48 horas à deriva em alto-mar.
Bruna se pronunciou em seu perfil do Instagram na tarde de sexta-feira (29/5). Ela disse que já esclareceu os fatos em depoimento à polícia e que ainda não teve oportunidade de conversar com a família de Dheorge.
Bruna afirmou que ela e Dheorge se conheceram na lancha em que estavam antes de saírem para o passeio e que quem estava na embarcação viu o momento em que os dois deixaram o veículo juntos.
A mulher, de 26 anos, também disse que a moto aquática começou a afundar depois que foi invadida pela água. “Era impossível ficar segurando. A correnteza estava forte e levando a gente para o mar aberto”, contou Bruna.
Na sequência, ela afirmou que ficou com Dheorge o tempo todo até a madrugada de terça. “Meu colega não tirou o colete e eu não vi ele afundando”, pontuou.











